Comprei recentemente um notebook Sony Vaio e fiquei alguns vários minutos tentando descobrir qual a tecla para entrar no SETUP/BIOS desse novo notebook Sony Vaio.
Se você fizer algumas pesquisas no Google vai descobrir diversos sites informando para você pressionar as teclas “F1”, “F2”, “F3”, “F11”, “F12”, “DEL” ou “ESC” durante o processo de boot, mas você tenta todas essas combinações e nenhuma funciona.
Se isso está acontecendo com você, não fique chateado. O seu computador/notebook não está quebrado.

O sistema de boot BIOS, inventado pela IBM por volta de 1976, está sendo substituído aos poucos por uma nova tecnologia chamada Unified Extensible Firmware Interface. Resumindo, a nova especificação UEFI veio para resolver algumas deficiências da especificação BIOS. Maiores detalhes na wikipedia sobre UEFI.
Com essa nova especificação, o modo de acesso à área de configuração de boot muda um pouco. No notebook Sony Vaio, basta pressionar a tecla “ASSIST” quando o notebook estiver desligado. Essa tecla Assist fica localizada geralmente acima do teclado.
Simples assim!
Feito isso, o seu notebook vai ligar e cair numa tela com a opção para entrar no Setup do boot. Desse ponto em diante já é com você.
Muito cuidado nessa hora, pois uma configuração errada pode parar de iniciar o seu computador, mas nada que não possa ser resolvido voltando para a configuração anterior.
Espero que essa dica tenha lhe ajudado.
Muitas pessoas me escrevem pedindo ajuda para esclarecer algumas dúvidas sobre a certificação PMP. Já escrevi os artigos Caminho para a Certificação PMP – Parte 1 e Caminho para a Certificação PMP – Parte 2 que ajudam as pessoas a se prepararem para a prova, mas muitos ainda perguntam quanto a quantidade de horas necessárias para a comprovação de experiência em Gerenciamento de Projetos durante a fase de elegibilidade.
O primeiro lugar que você deve procurar para tirar dúvidas sobre o processo de certificação PMP é o Manual da Certificação PMP, também conhecido como PMP Handbook, mas ele infelizmente acaba deixando algumas dúvidas sem respostas.
Nos requisitos de elegibilidade para PMP, a escolaridade determina a quantidade de horas de experiência em Gerenciamento de Projetos que precisam ser declaradas para a obtenção da elegibilidade. Para segundo grau completo, diploma de ensino médio, são necessárias 7.500, totalizadas em liderança e direção de tarefas em projetos, e 4.500 horas para superior completo, grau de bacharel ou licenciatura. Considero esse ponto no PMP Handbook bem esclarecedor, o problema é que no Brasil existe uma dúvida muito grande com relação aos cursos: Tecnólogo x Superior x Bacharel x Licenciatura.
Primeiro precisamos entender o que é o título de bacharel para podermos analisar o que está escrito no PMP Handbook. Pesquisando na Wikipédia, temos:
“O bacharelado ou bacharelato é um grau acadêmico com diferentes características conforme a época e o país. O titular de um bacharelato é designado “bacharel”. No Brasil, o grau de bacharel é conferido no nível de graduação na maioria das áreas do conhecimento humano. São obtidos normalmente em cursos superiores que podem durar de três a seis anos, com extensões de mais anos com Especializações, Mestrados, Doutorados e Pós-doutorados”.
Resumindo, quem concluiu o ensino superior já possui o título de bacharel. Agora vem a grande pergunta:
O problema agora é sabermos se os cursos de curta duração, também conhecidos como tecnólogos, são considerados cursos superiores (graduação). Essa resposta foi fácil de achar, pois o próprio MEC afirma que Tecnólogo é considerado curso superior sim:
Conforme a Resolução CNE/CP 3, de 18 de dezembro de 2002, Art. 4º, “os cursos superiores de tecnologia são de graduação, com características especiais, e obedecerão às diretrizes contidas no Parecer CNE/CES 436/2001 e conduzirão à obtenção de diploma de tecnólogo”.
Respondendo então a dúvida do post, se o seu curso é de Tecnólogo e aprovado pelo MEC, você poderá sim declarar apenas 4.500 de experiência em Gerenciamento de Projetos.
Cuidado, pois existem muitos cursos que se consideram como sendo Tecnólogo mas que não foram aprovados pelo MEC. Nesses casos você não receberá o título de bacharel e, portanto, terá que declarar as 7.500 horas para o processo de elegibilidade.
Se quiser saber se o seu curso é aprovado pelo MEC, então acesse o portal e-MEC.
Espero ter ajudado a esclarecer essa dúvida. Comente aqui no post se concorda com a análise e vamos evoluir o assunto.
Passei por uma experiência recentemente que me fez refletir sobre loja física vs loja virtual. Qual o melhor lugar para comprar um produto com o melhor preço e com a melhor vantagem? Sempre preferi pela compra em lojas virtuais, pois utilizo sempre o site Buscapé para comparar os preços nas diversas lojas de um produto que esteja querendo comprar. Filtro pelas lojas que considero confiáveis, ordeno pelo menor preço, pesquiso por frete grátis, pesquiso um pouco na Internet em busca de cupom de descontos e, no fim, compro na loja virtual com o melhor preço, já que o produto é o mesmo entre todas.
Todo o processo detalhado acima me custa somente alguns minutos, pois geralmente já realizei uma pesquisa detalhada anteriormente, comparando modelos, tecnologias e adequando as características às minhas necessidades e po$$ibilidade$. Confesso que o processo de pesquisa, no meu caso, pode durar meses, mas isso é coisa de pessoa detalhista, que chega a ler o manual antes mesmo de comprar, mas cada um tem o seu perfil. Tem gente que compra e depois descobre que tinha que ter comprado a versão 220v…
Imagina agora se você tentar fazer essa pesquisa em lojas físicas? O máximo de otimização de tempo seria ir a algum shopping com diversas lojas que vendem o produto desejado e comparar preços, ver os detalhes com os vendedores e ver outros modelos semelhantes. Imagine o tempo que se perde com esse trabalho de pesquisa!
Sempre fui fã-fanático-incentivador da compra on-line. Meus amigos e familiares até me consultam e pedem para que compre produtos na Internet para eles pois, geralmente, encontro o produto com preço muito bom. Mas essa regra teve uma exceção. Como já falei, passei por uma experiência interessante na semana passada. Detalho abaixo:
Estava com a necessidade de adquirir um novo notebook. Pesquisei vários fabricantes e modelos (3 meses de pesquisa e indecisão) e decidi por um da Sony. No site da empresa o modelo estava sendo vendido por um valor X, podendo ser parcelado em até 12x sem juros ou à vista com 12% de desconto, ambos com frete grátis. Achei interessante, mas decidi ir na loja física da Sony no Barrashopping para ver de perto o produto desejado.
Na loja física o mesmo modelo estava sendo vendido com entrega imediata, com o mesmo preço do site, só que parcelado em no máximo 10x e com apenas 10% de desconto para pagamento à vista. Essas informações estavam na placa ao lado do note. Chamei o vendedor pra conversar e o mesmo ofereceu produto com as mesmas vantagens oferecidas no site (12% de desconto à vista ou 12x sem juros), mais um pacote Office Home 2010 com três licenças grátis (custa R$199,00 normalmente) e cupons para participar de um sorteio de uma BMW.
Sim, comprei o notebook aproveitando o desconto de 12%, mesmo valor do site, ganhei um pacote Office Home and Student 2010 de graça, saí com o produto na hora e ainda corro o risco de ganhar uma BMW! Essa experiência acabou mexendo com os meus paradigmas! E agora, qual a melhor forma de comprar? Loja física ou loja virtual?
Continuarei realizando as minhas pesquisas detalhadas na Internet, comparando os preços nas minhas lojas confiáveis, mas agora também pesquisarei nas lojas físicas, pois corremos o risco de sermos surpreendidos.
Mas agora quero saber de você. Como costuma fazer suas compras? Em lojas físicas, somente em lojas virtuais, nunca faz pesquisa, não compra ou não está nem ai pra preço? Deixe abaixo seu comentário e vamos desenvolver o assunto.
Muitas pessoas já ouviram falar sobre essa sigla de três letras, mas muitas ainda não sabem o que significa. Mas afinal, o que é PMP?
PMP é um título de certificação na área de gerenciamento de projetos, concedido pelo PMI (Project Management Institute), que garante, no mínimo, que a pessoa detentora desse título possui experiência profissional e acadêmica na área de gerenciamento de projetos.
A sigla PMP significa Project Manager Professional, que em português significa Profissional de Gerenciamento de Projetos, e é um dos principais título para profissionais que desejam trabalhar com gerenciamento de projetos. Outras certificações nessa área também existem (CAPM, PgMP, PMI-SP, PMI-RMP e PMI-ACP), mas a PMP é a que considero principal e a primeira que deve ser obtida pelas pessoas que almejam trabalhar com gerenciamento de projetos.
Hoje o mercado de trabalho já está considerando a certificação PMP como pré-requisito para os cargos de gerentes de projetos. Claro que a experiência profissional conta bastante e, particularmente, considero muito mais importante que um título de certificação, mas alguns recrutadores, e algumas vagas, já privilegiam o título PMP à experiência profissional.
Para saber mais sobre essa certificação, sugiro visitar a página PMP® – Profissional de Gerenciamento de Projetos do PMI.org. Resumindo, para obter essa certificação você terá que se dedicar bastante para se preparar para a prova, além de ter que comprovar uma certa experiência na área. Se quiser algumas dicas de como se preparar, acesse meus dois post que contam como fiz para obter essa certificação: Caminho para a certificação PMP – 1 e Caminho para a certificação PMP – 2.
Espero que tenha ajudado a desmistificar o que é PMP e lhe incentivado a dar os primeiros passos para obter essa certificação.
O processo de elegibilidade é, resumindo, a fase em que você submete para o PMI as suas experiências profissionais quanto ao gerenciamento de projetos, e também a sua vivência acadêmica no assunto. O PMI analisa as informações enviadas e retorna um parecer informando se você está apto ou não a realizar a prova de certificação (PMP, PMI-SP, CAPM, PMI-RMP, PMI-ACP ou PgMP).
Esse parecer do PMI tem validade de apenas um ano, mas lhe dá três chances para tentar passar na prova da certificação. Infelizmente, para cada tentativa, você terá que pagar uma taxa de reexame para conseguir marcar uma nova data para realizar a prova.
Mas isso tudo que escrevi você já deve saber, mas é bom esclarecer antes de responder de fato a dúvida desse post (Elegibilidade Expirou, e agora?).
Vejo três casos para que a elegibilidade expire. São eles:
1 – O prazo de um ano já passou e você não tentou fazer a prova;
2 – O prazo de um ano já passou, você tentou fazer a prova uma ou duas vezes e foi reprovado; e
3 – O número máximo de tentativas (três) para a realização da prova já foi atingido.
Analisando o que está escrito no PMP Handbook, página 31, tópico “Reexamination”, temos:
Para os casos 1 e 2 acima, o PMI Handbook não esclarece muito bem o que deve ser feito. Acredito que o candidato tenha que refazer todo o processo de elegibilidade novamente, submetendo para o PMI toda a documentação necessária para uma nova análise e obtenção de um novo parecer.
Para o caso 3, o PMI Handbook é bem claro. O candidato terá que aguardar um ano, contando da data da útlima tentativa, e refazer todo o processo de elegibilidade novamente.
Achei até um pouco de sarcasmo no que está escrito no PMP Handbook, mas lá tem a orientação de que, caso tenha falhado nas três tentativas, que você então tente uma outra certificação.
Agora quero levantar uma polêmica. Como expliquei lá em cima, se o processo de elegibilidade é para dizer se você está apto ou não para tentar fazer a prova da certificação, porque devo submeter novamente toda a documentação, iniciando outro processo, se já fui aprovado anteriormente? OK, o candidato foi reprovado na prova, mas a experiência dele, profissional e acadêmica, continuará a mesma! O que você acha disso? Escreva nos comentário e vamos discutir sobre o assunto.
Quem escreve muito no smartphone conversando com os amigos, principalmente no programa WhatsApp, certamente já recebeu um emoticon (smile ou smiley para alguns), que são aquelas carinhas ou figuras que representam um sentimento, uma ação ou um objeto.
Para os usuários do Android essas carinhas já são habilitadas por padrão, mas para os usuários de iPhone, isso precisa ser habilitado.

O que precisa ser feito, para que sejam exibidos emoticons no iphone, é adicionarmos o teclado de nome “Emoji“. Simples assim. Se não souber como adicionar um teclado no iPhone, siga o passo-a-passo a seguir:
1- Acesse as “Configurações” do iPhone;
2- Vá na opção “Geral“;

3- Role pra baixo até a opção “Teclado” e clique nessa opção;

4- Clique agora em “Teclados“;

5- Nessa tecla, clique em “Adic. novo Teclado…”

6- Role pra baixo até encontrar o teclado de nome “Emoji” e selecione-o;

Pronto, agora você já poderá ver os emoticons no iphone e, para usá-los, basta clicar numa tecla com símbolo de globo do lado esquerdo do seu teclado, que fica do lado da barra de espaço.

Dica: se pressionar a tecla de globo, um pop-up surgirá permitindo que selecione o teclado desejado. No meu caso isso é importante pois tenho três teclados habilitados simultaneamente: Português Brasil, Inglês e o Emoji.
Espero que tenham curtido a dica. Abs!
#curiosidade: “emoticon” é a contração da palavra “emotion” com a palavra “icon”. Traduzindo, seria algo como “ícone de emoção”. Legal né!?
Essa dica veio direto do site da Apple (iOS: Understanding emoji).
Se chegou até esse post então isso significa que a preguiça é tanta que você não quer converter o arquivo WMV para AVI ou de WMV para MP4. Se isso for verdade, então você é igual a mim. :) Como não tenho um PC super poderoso, não gosto de perder tempo convertendo arquivos de vídeo e, portanto, essa dica é ótima para você, que querem assistir vídeos WMV direto no iPhone.
O meu amigo Alam Braga escreveu um post bem curto dando uma ótima dica para resolver esse problema. Veja em seu blog a dica de assistir vídeos WMV no iPhone.
Esse post é bem curto mesmo, pois é daqueles que vai direto ao ponto. Espero que curtam a dica.

Este post ensina a reduzir o tamanho de fotos utilizando o programa IrfanView, um programa gratuito, pequeno, que funciona como um canivete suíço quando o assunto é manipulação de imagens.
Esse programa faz muita coisa além de somente redimensionar uma imagem, mas o foco desse post é demonstrar apenas essa funcionalidade. Depois você poderá explorar o programa e ver as outras milhares de funcionalidades disponíveis.
Vamos então direto ao ponto. Primeiro vamos baixar, instalar e abrir o programa. Siga abaixo o passo-a-passo:
1. Acesse: www.irfanview.com;
2. Clique no lado esquerdo em: “Download”;
3. Selecione qualquer link disponível na página.
A versão mais atual é a 4.33 e tem 1,5MB.
Se quiser trabalhar com o programa no idioma Portugês, siga as instruções abaixo. Eu sempre prefiro usar a versão em inglês.
1. Acesse: www.irfanview.com;
2. Clique no lado esquerdo em: “IrfanView languages”;
3. Selecione o link “Installer” em: “Portugues-Brasil (help file included) Installer or ZIP”.
Está com preguiça de seguir o passo-a-passo? Então baixe logo aqui esse arquivo.
A instalação é bem simples. Ao executar o arquivo de instalação do programa, a tela abaixo é exibida:
1. Eu recomendo que deixe com as configurações padrões apresentadas na tela abaixo. Clique em “Next >”;

2. Uma tela é apresentada com as melhorias da versão. Pode clicar em “Next >”;
3. Essa tela é para que você selecione quais as extensões de arquivo gostaria que fossem associadas pelo IrfanView. Como também gosto muito desse programa como visualizador de imagem, sugiro que selecione a opção “Images only” e depois clique em “Next >”. Caso não queira dessa forma, basta clicar em “None” e depois em “Next >”;

4. A próxima tela pode deixar como padrão e prossiga clicando em “Next >”;
5. Pronto. Agora vamos aprender a usar o programa para redimensionar a foto.
1. Abra o IrfanView e selecione a foto que deseja redimensionar. Menu “File”->”Open”;

2. Repare que a foto do exemplo tem o tamanho de 1024 pixels de largura por 768 pixels altura. O desejo é redimensioná-la para 600px de largura e qualquer valor proporcional de altura;
3. Vá no menu “Image” e selecione a opção “Resize/Resample”, ou simplesmente tecle “Ctrl+R”. A tela abaixo é apresentada:

4. Em “Set new size”->”Width”, coloque o valor 600 e repare que a opção “Height” automaticamente muda de valor. Isso acontece pois a opção “Preserve aspect ratio (proportional)” logo abaixo já está selecionada.
5. Feito isso, clique em “OK”.
6. Agora é só salvar a foto. Clique no menu “File” -> “Save as…”, ou simplesmente tecle a letra “S”. A tela abaixo é apresentada:

7 . Na opção “Save as type”, selecione um tipo de arquivo. Sugiro que selecione “JPG – JPG/JPEG Format”.
8. Escolha o nome e o local onde o arquivo será salvo e clique no botão “Save”.
Pronto. É só isso. Agora você aprendeu a redimensionar uma foto para qualquer tamanho que desejar.
Ficou com alguma dúvida? Comente aqui no post que tentarei ajudar.