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Hostgator - Melhor site de HospedagemQuem é visitante assíduo desse meu blog sabe que o mantenho hospedado no provedor Hostgator.com. Já escrevi em outro post contando que o HostGator é o melhor site de hospedagem que encontrei, pois além do preço ser muito atraente, a qualidade do serviço e do atendimento prestado é muito superior a outros provedores com os quais trabalhei.

Mas esse post tem que ser curto pra você poder aproveitar logo essa grande promoção. O blog BrunoCunha.com conseguiu um cupom que dá direito a 30% de desconto no serviço de hospedagem do Hostgator!

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Como usar o cupom de desconto

Primeiro: Acesse o link abaixo:

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Segundo: Clique na opção “VIEW WEB HOSTING PLANS“:

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Terceiro: Escolha o melhor plano que atenda as suas necessidades e clique na opção “ORDER NOW“:

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Quarto: Preencha todas as informações necessárias para a contratação do serviço de hospedagem e, na área “Have a coupon code?“, preencha com BRUNOCUNHA30OFF e clique no botão “Validate“.

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Agora é só continuar normalmente com a contratação que você receberá os 30% de desconto.

Disco Duro nada mais é que o famoso disco rígido, ou Hard Disk  no termo em inglês, só que na tradução dos nossos amigos Portugueses de Portugal, ora pois. Nós Brasileiros nos acostumamos ao termo disco rígido, mas numa tradução literal podemos compreender que os Portugueses foram muito mais felizes em dizer que o Hard Disk (HD) é um Disco Duro. Você pode comprovar a solidez desse hardware batendo-o em sua cabeça. Aposto que sentirá ele muito mais duro que rígido. :) Brincadeiras à parte, vamos conhecer melhor esse hardware super importante para o funcionamento do computador.

Disco Duro

Componentes do disco duro / disco rígido

O disco duro é composto basicamente por:

Discos de armazenamento:

São pratos de metal responsáveis por armazenar logicamente as informações. Podemos fazer uma analogia com os discos de vinil, que armazenam as músicas em variações de profundidade dos sulcos em suas trilhas. A diferença para o disco duro é que este armazena inormações magnéticas em suas trilhas e não variações de profundidade de sulcos. Veremos o detalhe do funcionamento mais abaixo. Precisamos agora saber que existem vários pratos sobrepostos no HD e essa quantidade determina a capacidade de armazenamento.

Cabeças de leitura e gravação:

Cabeça de leitura de um disco duro

Como numa agulha de uma vitrola, que lê de forma analógica a variação da altura dos sulcos de um disco de vinil, a cabeça de leitura e gravação de um HD trabalha lendo e gravando informações magnéticas em diversos pontinhos nos discos de armazenamento citados acima. O que precisamos entender aqui é que um disco duro possui mais de uma cabeça e que cada uma delas podem tanto ler a informação magnética presente no disco como alterar esse estado magnético, executando assim o processo de gravação da informação. Além disso, temos que esclarecer que as cabeças jamais encostam fisicamente nos discos de armazenamento, ao contrário do que ocorre numa vitrola.

Circuitos eletrônicos:

O disco duro é um hardware e, por definição, é um equipamento físico, que precisa de energia para o seu funcionamento. Um detalhe interessante é que o disco duro é um hardware mecânico, pois possui um motor responsável por mover os discos de armazenamento e também as cabeças de leitura e gravação.

Para executar esse trabalho, circuitos eletrônicos ficam responsáveis por receber as solicitações da CPU e traduzir os comandos para mover as cabeças e os discos para as posições onde as informações estão armazenadas. Eles são responsáveis por receber as informações lógicas, traduzi-las para comandos mecânicos, ler as informações armazenadas e transmiti-las  de volta para a CPU.

Carcaça de proteção:

Todo o funcionamento do disco duro depende da carcaça de proteção. Ela envolve todos os componentes citados acima em uma caixa hermeticamente fechada a vácuo, sem qualquer partícula de poeira em seu interior. Isso é importante pois a rotação dos discos de armazenamento é muito grande e qualquer partícula de poeira poderia arranhar a sua superfície, danificando o metal, inutilizando a área para a gravação.

Além dessa proteção, ela serve como suporte para fixação e também para evitar impactos nas delicadas peças do seu interior.

Funcionamento do disco duro / disco rígido

Farei uma analogia mental utilizando uma vitrola para demonstrar mais facilmente o funcionamento de um disco duro / disco rígido:

  1. Imagine que você tenha um disco de vinil colocado em uma vitrola;
  2. Ao ligar a vitrola, o disco de vinil começa a girar;
  3. A agulha permanece parada numa trilha de um dos lados do disco, lendo em espiral lendo as variações das alturas dos sulcos e traduzindo essas informações em sinais analógicos;
  4. Esses sinais analógicos são convertidos pelos equipamentos eletrônicos da vitrola e transformados em ondas sonoras nas caixas acústicas.

Agora vamos pensar no funcionamento do disco duro tendo como base o funcionamento da vitrola:

  1. Imagine que dentro do disco duro existem mais de um disco sobrepostos. Façamos a simulação com quatro discos;
  2. Para ler esses discos, existem 8 cabeças de leitura e gravação que lêem as oito superfícies desses discos;
  3. Diferente da vitrola, que lê uma trilha em espiral contínua e fica parada em relação ao disco de vinil, as cabeças no disco duro também se movem para o centro e para a extremidade dos discos;
  4. Apesar dessa vantagem de movimento das cabeças, elas todas se movem juntas, ou seja, se a cabeça da superfície 1 mover para o centro do disco, todas as outras 7 do nosso exemplo também se moverão para o mesmo local em suas respectivas superfícies, pois todas estão limitadas pelo mesmo braço mecânico.
  5. Agora que já conseguiu visualizar o funcionamento, imagine que um disco de vinil gira numa velocidade de 78 rpm, ou seja, um ponto do disco passa 78 vezes pela agulha de leitura em um minuto (RPM = Rotações por Minuto). Num disco duro podemos alcançar a velocidade de 7400 RMP.

Armazenamento Magnético

Como sabemos, o computador trabalha com o sistema binário, onde ele só entende dois estados; o zero e o um. Toda a informação num computador é codificada em uma sequência de “Zeros” e “Uns“. Uma foto, um vídeo, um arquivo texto, um áudio, um comando do teclado, um movimento do mouse, ou seja, tudo é representado por um conjunto desses dois valores. A informação “00010010101” é diferente de “11101001111”, portanto, são distintas.

Para representar esses dois estados, o disco rígido cria blocos microscópicos magnéticos nos discos de armazenamento. Cada bloco pode assumir o estado “magnetizado” e “não-magnetizado“. Traduzindo, “magnetizado” pode representar o estado “Um” da informação e o estado “não-magnetizado” a informação “Zero”. Assim sendo, quando a cabeça do disco duro está lendo informações, ela checa qual o estado de cada bloco. Quando ela deseja gravar informações no disco duro, ela altera o estado do bloco para representar a informação.

Essa solução de usar representações magnéticas é um método mais rápido que o processo de criação de sulcos na superfície de um disco, pois podemos alterar esse estado simplesmente mudando as cargas elétricas. Um processo muito mais rápido que, por exemplo, um gravador de CD, que queima o plástico do CD criando os sulcos.

Espero ter conseguido tirar mais dúvidas do que criado novas. Abaixo alguns vídeos para ajudar no entendimento.

Vídeo com a teoria do funcionamento do Disco Duro

O legal desse vídeo é que todo o conceito que eu expliquei acima é demonstrado visualmente. Recomendo que assista para firmar o conceito sobre o disco duro.

 

Vídeo mostrando um disco real em funcionamento

Nesse vídeo o cara abriu um HD e ligou o PC para ver o seu funcionamento na prática. Nunca tentem isso em casa. Nem preciso dizer que o cara vai perder o HD logo-logo né!? Mas fica ai o vídeo para você aprender.

Não tem como perceber no vídeo, mas o disco de armazenamento está girando muito rápido, mas dá para perceber a cabeça de leitura se movendo e efetuando a leitura e a gravação dos dados.

Quem trabalha com blogs, sites ou newsletters sabe que otimizar imagens para Internet é essencial em seu trabalho, pois cada byte reduzido pode representar muitos megabytes de economia de banda, dependendo da quantidade de downloads, além de reduzir o tempo de carregamento para o visitante.

Para quem tem sites e blogs, a preocupação com a otimização de imagens deve ser ainda maior, pois influencia o SEO (Search Engine Optimization) e pode ser decisivo para o ranqueamento da página no Google, Bing e outros buscadores. Por que? Esses buscadores analisam também o tempo de carregamento de uma página e, se essa tiver fotos não otimizadas, acaba demorando a carregar e é penalizada no “pagerank”.

Existem diversos programas no mercado que fazem compressão de imagens para formatos como JPG, GIF ou PNG como o Photoshop, GIMP e até o IrfanView, mas é perceptível que, mesmo utilizando configurações parecidas nestas ferramentas, a imagem final possui qualidade visual diferente.

Se você é um mero mortal como eu e não tem o Photoshop em casa, então vai ter que usar alguma ferramenta gratuita para esse propósito. Recentemente descobri uma imbatível: o Radical Image Optimization Tool (RIOT), algo como Ferramenta de Otimização Radical de Imagem, que faz um trabalho excelente de otimização e ainda é gratuito.

Instalando o IrfanView

A minha sugestão é que você utilize o visualizador/editor de imagens IrfanView com a instalação da extensão RIOT. Já escrevi um artigo explicando como alterar as dimensões de imagens usando o IrfanView, mas não expliquei ainda como gerar um arquivo de qualidade com tamanho de arquivo reduzido.

Apesar do foco ser diferente, lá existe todo o passo-a-passo explicando como baixar e instalar o IrfanView. Caso precise de ajuda para isso, sugiro que acesse o artigo, siga as instruções para baixar e instalar o IrfanView (que é muito fácil) e depois volte aqui para continuar com a configuração da extensão RIOT.

Instalando a extensão RIOT no IrfanView

Sei que é possível executar o RIOT como uma aplicação à parte (standalone), mas como já utilizo o IrfanView como ferramenta padrão, prefiro utilizá-lo como um plugin do que ter mais uma aplicação instalada no meu micro.

Caso discorde e prefira baixar o RIOT na versão auto-executável, fique à vontade.

Se concorda comigo, então podemos prosseguir com a dica:

1. Primeiro de tudo baixe o arquivo que montei com os dois arquivos necessários para essa instalação: Extensões do RIOT para o IrfanView.

2. Extraia o arquivo “Riot.zip” para alguma pasta temporária do seu micro;

3. Copie o arquivo “Riot.dll” para a pasta “Plugins” do IrfanView.
OBS: Essa pasta fica geralmente em C:\Arquivos de Programas\IrfanView\Plugins.

4. Copie o arquivo “FreeImage.dll” para o mesmo local do executável do IrfanView.
OBS: Não é para copiar o arquivo “FreeImage.dll” para a pasta Plugins. É para copiá-lo para a pasta “IrfanView”, pois é onde fica o arquivo executável do programa (IrfanView.exe). Essa pasta fica geralmente em C:\Arquivos de Programas\IrfanView.

5. Pronto, agora a extensão RIOT já está instalada no IrfanView e a opção “File -> Save for Web… (PlugIn)” ou “Arquivo -> Salvar para Web (PlugIn)” estará disponível.

Como otimizar imagens com o RIOT+IrfanView

Otimizar imagens para a Internet

Trabalharei com a imagem acima que, no original, possui 64,14KB e tem 500×515 pixels de largura e altura respectivamente.

1. Primeiro de tudo você deve abrir no IrfanView a imagem que deseja otimizar .

2. Em seguida selecione a opção:

– “File -> Save for Web… (PlugIn)” ou;
– “Arquivo -> Salvar para Web (PlugIn)“.

IrfanView - RIOT Instalado

3. Em seguida a janela abaixo será apresentada:

IrfanView - RIOT - JPG

Aqui você pode escolher se deseja salvar a imagem otimizada nos formatos JPG, GIF ou PNG. Para cada tipo existem opções de otimização distintos mas, resumindo, sugiro que teste cada um dos formatos e compare a qualidade da imagem gerada e também o tamanho final do arquivo.

Abaixo estão algumas telas mostrando os resultados em cada um dos formatos:

Otimizando para JPG

IrfanView - RIOT - JPG

Marquei em vermelho a área “Optimized image – Imagem otimizada – para destacar o tamanho final do arquivo quando a otimização for aplicada na imagem

Essa é originalmente um JPG, mas após definir uma otimização de qualidade a 80%, consegui 24,33KB de redução no tamanho do arquivo. Isso quer dizer que obtive um arquivo quase 40% menor que o original!

A grande vantagem de utilizar o RIOT para essa tarefa é que a compressão é muito boa mas, acima de tudo, a qualidade final do arquivo supera a de outros programas que também executam esse procedimento.

Otimizando para GIF

Como otimizar imagens para a Internet
Esse exemplo é interessante, pois, se tentarmos otimizar o JPG para o formato GIF, obteremos um arquivo de 131,35KB, que é mais do que o dobro do tamanho do arquivo original.

Isso acontece pois certos tipos de imagens/fotos são melhor otimizadas em determinados formatos. Nesse caso podemos ver que o GIF não é a melhor opção.

Apesar deste exemplo, não descarte o formato GIF, pois ele pode ser melhor que o JPG ou PNG para outros tipos de figuras.

Otimizando para PNG

IrfanView - RIOT - PNG
No exemplo do PNG, apesar de eu gostar muito desse formato, o caso específico dessa imagem da bandeira do Brasil também demonstra que não é o melhor para a otimização. Novamente o tamanho final do arquivo seria maior que o da imagem original.

Mais uma vez a dica é não descartar esse formato e testar a otimização com ele também. Não custa nada testar sempre nos três formatos.

Apesar da minha dica ser utilizar o IrfanView como programa principal, o RIOT também disponibiliza alguns controles básicos como: girar no sentido horário e anti-horário; e inverter na horizontal e vertical. Estes recursos devem ser utilizados pelo RIOT por trabalharem melhor a qualidade final da imagem.
IrfanView - RIOT - Edição Básica
Duas funcionalidades interessantes são: “Resize the image” (Redimensionar a imagem) e “Compress to Size”(Comprimir para o tamanho). Na primeira você consegue aumentar ou diminuir a largura e a altura da imagem, mantendo ou não sua proporção. Na segunda você define qual o tamanho desejado para o arquivo final e o programa utiliza a compressão necessária.

Conclusão

Já estou utilizando o RIOT para otimizar as imagens daqui do BrunoCunha.com e o recomendo com certeza. Essa facilidade de ver a imagem original e como ela vai ficar comprimida, além de exibir a previsão do tamanho da imagem final, são funcionalidades que agilizam o processo de otimização. Portanto, da próxima vez que publicar alguma imagem no seu site/blog, volte aqui e veja novamente como otimizar imagens para a Internet.

Reforçando, a técnica de otimização de imagens é extremamente importante no trabalho de melhorar o ranqueamento da página nos mecanismos de buscas. Jamais esqueça disso! :)

E ai, gostou do post? Ficou com alguma dúvida? Escreva abaixo na área de comentários que tentarei ajudar.

Considero uma questão de segurança que todos saibam como apagar o histórico dos seus browsers: Google Chrome, Mozilla Firefox e Internet Explorer. O histórico de Internet desses browsers armazenam os endereços dos sites que você visitou, as informações dos formulários que preencheu e até o login e senha de vários sites que acessou. Já ouvi diversas vezes os amigos perguntarem, às vezes gritando, coisas como:

_ Minha senha ficou gravada! Como apago isso?
_ Meu e-mail entra direto sem pedir senha! Quero tirar isso!
_ Meu Facebook entra sem precisar digitar a senha! Tenho que cancelar isso!

Quem acessa a Internet por meio de cyber cafés, lan houses ou até mesmo do micro de um amigo, deve aprender essa dica para que não enfrente problemas como o roubo de senha do facebook, do Gmail ou qualquer outro site que você tenha acessado de um computador público, ou melhor, que outras pessoas, além de você, utilizam.

Tecla de atalho para apagar histórico dos navegadores

A dica é bem simples. Os navegadores Google Chrome, Mozilla Firefox e Internet Explorer possuem, os três, caminhos diferentes para apagar o histórico (ou limpar o cache” como muitos conhecem), mas eles possuem, por incrível que pareça, a mesma tecla de atalho para acessar essa função. Segue abaixo:

Ctrl + Shift + Delete

Isso mesmo. Esse mesmo conjunto de teclas, quando pressionadas simultaneamente dentro desses browsers, lhe abre uma janela que permite apagar todo o seu rastro que ficou gravado enquanto navegava pela Internet.

Abaixo seguem as janelas que são exibidas em cada browser após acionar esse conjunto de teclas.

Apagar histórico no Internet Explorer

Internet Explorer - Limpar Histórico

Aqui no Internet Explorer, basta você selecionar quais as opções que realmente deseja apagar (recomendo selecionar todas) e clicar no botão “Excluir“. Pronto, os seus “passos” serão removidos do navegador.

Apagar histórico no Google Chrome

Google Chrome - Limpar Histórico

Aqui no Google Chrome, em “Eliminar os seguintes itens desde“, recomendo selecionar a opção “desde o começo” para que apague o histórico desde o início da utilização do navegador.

Em seguida, selecione as opções que deseja apagar (recomendo selecionar todas) e clicar no botão “Limpar dados de navegação“. Pronto, os seus “passos” serão removidos do Chrome.

Apagar histórico no Mozilla Firefox

Mozilla Firefox - Apagar histórico
No Mozila Firefox, em “Limpar este período“, recomendo selecionar a opção “Tudo” para que apague o histórico desde o início da utilização do navegador.

Em seguida, clique na opção “Detalhes“, caso as opções não estejam listadas, e selecione as que deseja apagar (recomendo selecionar todas). Em seguida clique no botão “Limpar agora“. Pronto, os seus “passos” serão removidos do Firefox.

Espero que tenha gostado de mais essa dica. Veja abaixo mais algumas que podem lhe ajudar. Ficou com dúvida? Então comente aqui no post que tentarei ajudar.

Neste post o blog BrunoCunha.com vem com uma proposta totalmente diferente do que sempre publicou. Neste a ideia é realizar uma entrevista com o autor do primeiro livro em português sobre o Raspberry Pi publicado na Amazon, o Raspberry Pi – Conceito & Prática.

O autor desse livro é o Ricardo Merces, graduado em TI e pós graduado em administração de empresas pela FGV, que atua a 26 anos na área de Tecnologia da Informação e tem desenvolvido suas atividades profissionais nas áreas de Infraestrutura de TI, Segurança da Informação e Telecomunicações. Como professor, ministra na graduação a cadeira de sistemas operacionais open source (Linux) desde 2007. Com toda essa experiência, Ricardo decidiu escrever o livro para ajudar os leitores a conhecerem melhor esse computador minúsculo e também ensinar na prática a utilização do sistema operacional Linux.

Raspberry Pi – Conceito & Prática

Chega de apresentações e vamos logo à entrevista:

Entrevista

BrunoCunha.com: Ricardo, o que o motivou a escrever o primeiro livro em português sobre Raspberry Pi?

Ricardo Merces: O Raspberry é uma proposta muito barata e teve sua idealização e lançamento no exterior, portanto, toda documentação, tutoriais e boa parte dos manuais existentes encontram-se em Inglês. A idéia do livro é prover o material necessário para fomentar a utilização desta tecnologia aqui no Brasil.

BC: Basicamente, o que é e como pode ser utilizado o Raspberry Pi?

RM: O Raspberry Pi nada mais é do que um computador “completo” classificado como SBC – Single-Board Computer, ou seja, um computador montado em uma única placa com processador, memória, I/O e outros componentes necessários ao seu funcionamento. Aqueles que nunca viram um RPI podem estar pensando; O que o difere dos demais computadores que conhecemos? A principal diferença está no tamanho deste equipamento, pois o Raspberry Pi tem como medidas 8.6cm x 5.4cm x 1.5cm (C x L x A), ou seja, algo muito próximo a um cartão de crédito!

Tamanho da Raspberry Pi

Lançado para o mercado consumidor no fim de Fevereiro de 2012, o Raspberry Pi, ou também conhecido como RPI, tem a proposta de ser um equipamento barato e fazer parte do currículo escolar afim de participar do processo educacional das crianças.

BC: O Raspberry Pi parece ser algo bem legal, mas ele pode ser utilizado para quais finalidades?

RM: O Raspberry Pi pode ser utilizado como uma estação de trabalho, um terminal de acesso a internet ou também desempenhar a função de um servidor (é claro que devemos considerar a sua capacidade de processamento).

BC: Mas e sobre o seu livro, o que os leitores aprenderão com ele?

RM: Através de uma linguagem simples e amigável, Raspberry Pi Conceito & Prática combina a iniciação no aprendizado do sistema operacional Linux com a utilização do Raspberry Pi; o computador mais barato do mundo! Serão abordadas as etapas de instalação, configuração e administração, concluindo com a realização de projetos práticos (Servidor de arquivos, Servidor WEB, etc.) aplicáveis tanto no RPI como também em um PC comum.

Raspberry Pi - Ricardo Merces

BC: Uma curiosidade. Você tem um Raspberry Pi em sua casa?

RM: Sim, inclusive no meu blog estão disponíveis as fotos. A utilização do Raspberry em casa foi motivada pela necessidade de centralizar os dados em um único ponto. Você já fez uma conta rápida de quantos dispositivos tem em casa? E os dados neles armazenados? Sem a devida organização, as informações armazenadas em diferentes lugares geram inconsistências que podem acarretar inclusive em perdas!

Como o RPI tem baixíssimo consumo de energia, associado ao pequeno investimento, montei meu servidor de arquivos que fica ligado 24×7! Todas as minhas informações (dados, fotos, medias, etc.) ficam armazenadas nele, o que facilita o acesso, a organização e o backup.

BC:  Obrigado por ter cedido o seu tempo para essa entrevista aqui no BrunoCunha.com e desejo sucesso nas vendas do seu livro. E que outros venham em seguida!

RM:  Bruno, agradeço o espaço e a oportunidade em compartilhar aqui no seu blog sobre mais esta novidade tecnológica. Até a próxima!


Gostou da entrevista e quer conhecer mais sobre o assunto, clique aqui e compre logo esse livro por apenas R$19,95!

Fale com o Autor

Abaixo seguem os contatos do Ricardo Merces para que você possa falar com ele e saber mais sobre o seu livro:

Ricardo Merces
contato@rmerces.com
blog.rmerces.com
facebook.com/ricardomerces.lt

Não temos como negar que hoje em dia o facebook é uma excelente ferramenta para o relacionamento social, mas é também, para muitos, algo que vicia e que faz perder muito tempo útil de nossas vidas, fora os casos de briga com namorados, divórcios e constrangimentos que um post, foto ou vídeo mal publicados podem provocar. Muita gente prefere lidar com essa situação excluindo a sua conta do facebook.

O que a maioria não sabe é que o procedimento normal de desativação da conta não exclui as suas informações da base de dados do facebook e em algumas pesquisas elas ainda continuam aparecendo. O facebook disponibiliza primeiro a opção de desativar a conta, pois entende que o usuário pode se arrepender disso no futuro e querer voltar a usar a ferramenta. Afinal, alguns namoros vem e vão não é mesmo?

Excluir facebook

Então, se não quiser mais ter o facebook atualmente, mas quer ter a possibilidade de reativá-lo no futuro, siga a dica abaixo de desativação da conta. Caso esteja mesmo decidido a acabar de uma vez por todas com o seu facebook, então veja a dica excluindo definitivamente o facebook.

Desativando a conta do facebook

Como já comentei, executando o passo-a-passo abaixo, a conta ficará desativada e você poderá reativá-la quando quiser.

  1. Acesse o facebook e logue-se com a conta que deseja desativar;
  2. No canto superior direito, clique no ícone de menu da conta;
  3. Em seguida, selecione a opção Configurações da conta;
  4. Na coluna à esquerda, selecione a opção Segurança;
  5. Em baixo à direita, clique no link Desativar sua conta;
  6. Um formulário será exibido perguntando o motivo pelo qual deseja desativar a sua conta. Selecione a melhor opção para o seu caso.

Pronto, agora a sua conta permanecerá desativada até que você se logue no facebook novamente e reative a conta.

Excluindo definitivamente o facebook

Se você tiver certeza realmente que quer excluir a sua conta, então pode prosseguir com essa dica mas, lembre-se, todas as fotos, mensagens, bate-papos, curtidas e interações que fez no facebook serão excluídas, sem chance de recuperação.

Então, para excluir o facebook, basta acessar o link abaixo e preencher o formulário. Espero que não se arrependa de fazer isso.

https://www.facebook.com/help/delete_account

A sua conta será excluída permanentemente após 14, mas caso volte a se logar com essa conta antes desse prazo, o facebook cancela o processo e manterá a sua conta ativa. Se quiser cancelar, terá que refazer fazer todo o processo.

Se chegou até esse post é sinal que você sente o mesmo que eu quando está escrevendo. Sente vontade de tirar todas as dúvidas do Português antes de escrever o seu texto. Usa o “etc.” mas sempre se pergunta se deve colocar ou não a vírgula antes, se pode colocar algum ponto depois do etc. ou se pode usar etc. para uma lista de pessoas. Todas essas questões já passaram pela minha cabeça e por causa disso decidi escrever esse post para elucidar as dúvidas quanto ao uso da abreviação etc.

Significado de etc.

Todo lugar que  busque na Internet sobre o significado de etc. primeiro é mostrado o conceito dessa abreviação. Aqui não podia deixar de seguir essa regra.

Etc. é, na verdade, uma abreviação da expressão de origem latina et cetera (também et cætera ou et coetera) onde “et” corresponde à conjunção “e” e “cetera” a “o resto“; “outras coisas” (da mesma espécie); “assim por diante“.

É normalmente usado no final de uma frase para representar a continuação de uma sequência lógica, no final de uma enumeração.

Ex.: Maria foi ao mercado e comprou maçãs, bananas, verduras, pães, etc.

Nesse caso,  etc. demonstra que Maria comprou esses itens e outras coisas mais, que não têm necessidade de serem citadas no texto. Imagina ter que saber de todos os 50 itens que Maria comprou! Seria mesmo um tédio. Ao longo do post vou criar perguntas que refletem a maioria das dúvidas e tentar respondê-las de acordo com a regra gramatical da nossa maravilhosa língua portuguesa.

Devo usar vírgula antes do etc.?

O uso da vírgula antes do etc. é facultativo. Essa questão é um pouco nebulosa, mas tentarei explicar. Como etc. possui implícita a conjunção “e”, então em uma lista sequencial não deveria ser colocada a vírgula. A frase ficaria algo como:

Ex.: Maria foi ao mercado e comprou maçãs, bananas, verduras, pães etc. (que corresponde a “verduras, pães e outras coisas.”).

Por outro lado, a vírgula antes do etc. é usada pela maioria dos especialistas, escritores e estava sempre presente nos textos dos acordos ortográficos da língua portuguesa de 1943 e 1990. Como em Português temos  a possibilidade de adotarmos algo por ser usado pela maioria, termo conhecido como consagração pelo uso, então acabou sendo aceito o uso da vírgula antes da abreviação etc.

Pelo simples fato da consagração pelo uso, a utilização da vírgula antes de etc. tornou-se facultativa.

Posso usar etc. numa lista de nomes de pessoas?

Não, não pode e estaria completamente errado. Uma lista de pessoas não poderia ser terminada com as palavras “e outras coisas”. Poderia?

Ex.: João estava tendo aula junto com os amigos Fernando, Maria, Jorge etc.
Que corresponderia a: “João estava tendo aula junto com os amigos Fernando, Maria, Jorge e outras coisas”.

Como a ideia do escritor é demonstrar que João estava tendo aula com mais pessoas além dos seus amigos Fernando, Maria e Jorge, então a abreviação correta para esse caso seria “et al.“, que significa “e outros”.

Ex.: João estava tendo aula junto com os amigos Fernando, Maria, Jorge et al.
Que corresponderia a: “João estava tendo aula junto com os amigos Fernando, Maria, Jorge e outros”.

Posso usar um ponto diferente do ponto final depois de etc.?

O ponto depois do “etc.” é pra demonstrar que essa palavra é uma abreviação, da mesma forma que colocamos um ponto em “tel.” para abreviarmos “telefone” ou “cell.” para a abreviarmos “celular”.

Quando etc. está localizada no final de uma frase, esse ponto de abreviação torna-se automaticamente um ponto final, não sendo necessário a adição de mais um ponto para esse último significado.

Uma frase como “…papéis, canetas, borrachas etc..” não estaria correta. Aliás, não existe esse tipo de pontuação na língua portuguesa, com dois pontos consecutivos. Ou usamos três pontos (reticências) ou dois pontos sobrepostos “:”.

Mas e numa frase interrogativa, posso colocar o ponto de interrogação após o etc.?

Nesse caso, como o ponto é diferente de ponto final, então é possível sim utilizá-lo depois da abreviação etc. Se não fosse possível, como eu montaria a pergunta acima?

Escrever “e etc.” está correto?

Olhando o significado de etc. lá em cima você já será capaz de responder a essa questão.

O uso do “e” precedendo a abreviação “etc.” não é correto, pois o “e” já está implícito na abreviação.

Usar reticências “…” junto de etc. está correto?

Usar “etc…” não está correto. As reticências possuem o mesmo significado de “etc.” quando empregadas numa lista enumerada e, portanto, seu uso seria redundante . Veja os exemplos abaixo:

Ex.: Maria foi ao mercado e comprou maçãs, bananas, verduras, pães, etc.
Ex.: Maria foi ao mercado e comprou maçãs, bananas, verduras, pães…

As duas frases, tanto com o “etc.”, quanto com as reticências, o significado é o mesmo, ou seja, “bananas, verduras, pães e outras coisas”.

As reticências podem ser empregadas com outros significados, mas estes fogem do objetivo desse post.


Tem mais alguma dúvida com relação ao uso do etc.? Escreva para mim na área de comentários abaixo que tentarei lhe ajudar.

Depois de ler A Guerra dos Tronos, continuo nas crônicas de gelo e fogo e escrevo a resenha sobre o livro A Fúria dos Reis, escrito por George R. R. Martin que, como o próprio título diz, conta a história da briga dos auto-proclamados reis dos sete reinos. Depois da morte do Rei Robert Baratheon, contada no livro 1, seu “filho” mais velho Jofrey assume a coroa. Isso seria o caminho natural para a sucessão de reinado, se não houvessem suspeitas de que Jofrey tenha sido fruto de incesto, de que os irmãos de Robert, Stannis (mais velho) e Renly (o mais novo), se acharem no direito de assumir o trono, além, é claro, do filho de Eddard Stark, o agora chamado Rei do Norte, Robb Stark, também querer vingar a morte do pai e tomar para si a coroa.

A Fúria dos Reis - Livro 2O primeiro parágrafo pareceu um pouco confuso? Então vai se acostumando porque também achei isso desse segundo livro. Fiquei um pouco perdido com a quantidade de novos nomes, casas, vassalos, locais, filhos, sobrinhos, papagaios, periquitos, etc. que George R. R. Martin descreve ao longo das setecentas e muitas páginas desse segundo volume. Como existem vários supostos reis em guerra, todos convocam seus subordinados para lutarem consigo e acaba provocando uma enxurrada de novos personagens, de novas casas, de novos locais que, apesar do enorme livro de 768 páginas, não deu muito tempo para gravá-los todos. Creio que tenha que fazer algum tipo de mapa mental ou infográfico para os próximos livros. Assim talvez consiga entender melhor as tramas entre os personagens. (ok ok ok, estou brincando, não vou fazer coisa assim tão NERD, mesmo porque já o fizeram.)

Arya StarkAlém da trama principal, o livro desenvolve melhor outros personagens como Arya e Sansa, filhas de Eddard Stark, Tyrion, o anão, Daenerys Targaryen, a mãe de dragões, Jon Snow, o bastardo que veste negro, dentre outros, além de mostrar um pouco o outro lado da muralha. Nunca pensei que os que vestem negro teriam coragem ou que seu trabalho exigisse combater “os selvagens” e “os outros” na floresta negra. Essa parte é um pouco tensa.

Juro que pensei que o clima “vou matar o personagem que você está gostando” fosse ser adotado novamente pelo autor nesse livro A Fúria dos Reis, mas ele acabou me decepcionando. Ou melhor, adorei! Muito ruim você torcer por um personagem durante 500 páginas e na 501 ele simplesmente morrer como um simples mortal qualquer. (Eddard Stark, tâmu juntu! *licença poética…) Não vou dizer que mortes não ocorrem nesse segundo livro, muito pelo contrário, mas algumas são necessárias, outras previsíveis e algumas lamentáveis, mas nada sequer parecido com as que ocorreram em A Guerra dos Tronos.

Jon Snow

A narrativa é envolvente e me prendeu durante horas. É claro que recomendo a leitura. Já comecei a ler o livro 3, A Tormenta de Espadas, outro livro enorme com mais de 800 páginas. Acho que o autor se empolga de mais a cada volume que escreve.

Então é isso. Boa leitura para os corajosos que desejam se aventurar no mundo de Martin e lembrem-se, o inverno chegou. Ah!, como sempre digo, livro bom é livro lido! abs!