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Nessa semana passei por uma experiência muito interessante. Conectei o meu pen drive de uso pessoal, que tem toda a minha vida digital, no notebook da minha prima e ele foi infectado por um vírus.

Todas as minhas pastas e arquivos foram “transformados” em atalho, mas, quando se clica no atalho, a pasta ou arquivo original abre “normalmente”.

A conclusão que podemos ter nesse caso é que as pastas e arquivos originais ainda permanecem no pen drive, então é possível recuperá-los e remover esse vírus chato.PenDrive - Atalhos no Windows Explorer

O procedimento de recuperação é muito simples, mas deve ser executado em um micro que não esteja infectado. Primeiro de tudo você deve garantir que o micro no qual efetuará a limpeza também esteja limpo (sem esse vírus) e com um bom antivírus instalado e atualizado.

Removendo o vírus

Cuidado ao conectar o Pen Drive
Só conecte o pen drive infectado no micro se este possuir um antivírus instalado e atualizado. Caso não tenha, esse micro também poderá ser infectado, pois pode "executar" o vírus automaticamente devido a funcionalidade de auto-execução do Windows.

Se você não tem um antivírus instalado (que perigo!), sugiro que instale o AVG AntiVirus Free. Para mim ele é um dos melhores nessa categoria, além de ser gratuito.

Execute o antivírus e faça uma varredura completa no seu pen drive. Ele detectará o vírus e removerá os arquivos infectados. Geralmente é um arquivo com extensão “.vbs”.

Recuperando os arquivos do pen drive “removidos” pelo vírus

  1. Abra o prompt de comando do Windows como administrador; Saiba como no Windows 8 e no Windows 7.
  2. Execute o comando abaixo alterando a letra da unidade do seu Pen Drive. No exemplo abaixo a unidade é a “F:”. No seu caso pode ser “E:”, “G:” ou qualquer outra letra. Verifique isso antes de executar o comando.
  3. Digite: attrib -h -r -s -a /s /d F:\*.*Prompt de Comando do Windows - Recuperar Arquivos
  4. Tecle e aguarde. Dependendo da quantidade de arquivos e pastas no pen drive esse comando pode demorar bastante. Aguarde até o final.

Pronto, agora as suas pastas e arquivos já devem estar sendo exibidos corretamente. Em seguida devemos remover os atalhos chatos que foram criados pelo vírus.

  1. Ainda no prompt de comando, digite o comando abaixo, lembrando de alterar a letra da unidade do seu pen drive:
  2. Digite: del F:\*.lnkPrompt de Comando do Windows - Remover Atalhos

Como o vírus funciona

Esse vírus bobo cria uma cópia de si mesmo para dentro do pen drive. É um arquivo com extensão “.vbs”. Ele cria vários atalhos com o mesmo nome dos arquivos e pastas do diretório principal do pen drive, porém, esse atalho criado aponta sempre para o arquivo com extensão “.vbs”, passando como parâmetro o caminho e nome correto da pasta ou arquivo original.

Dessa forma, todas as vezes que você clica no atalho, o arquivo “.vbs” é executado e, consequentemente, o vírus é acionado. Para garantir o disfarce, depois do vírus executar as rotinas que foi programado, ele abre o arquivo ou pasta original. Assim, as pessoas que não entendem muito de informática não se preocupam em descobrir o que está acontecendo, pois, de certa forma, continuam acessando os seus arquivos “sem problema”.

Conclusão

Achei esse vírus bem bobo, pois é muito fácil detectarmos que o pen drive está infectado, mas a ideia é interessante, pois garante que o vírus seja sempre executado, pois o dono do pen drive sempre clicará no atalho para acessar o arquivo ou pasta desejado.

Não anotei a variante do vírus que infectou o meu pen drive e não estudei qual o real objetivo dele, mas, provavelmente, é algum vírus que monitora o comportamento do usuário, ou um que cria uma máquina zumbi, ou que pega a senha do banco, essas coisas que a maioria dos vírus fazem.

Então é isso. Espero que você fique atento quando começarem a surgir atalhos estranhos no seu Pen Drive!

Banner com o link para o curso Segredos do AdsenseEsse blog BrunoCunha.com já está no ar desde de janeiro de 2004, mas somente em janeiro de 2009 que implementei o Google Adsense, na tentativa de ganhar algumas migalhas com os cliques dos meus visitantes.

Confesso que nunca havia ganho muito dinheiro com o Adsense nesse blog, apesar de sempre fazer testes para otimizar os blocos de anúncio, usar técnicas de SEO para melhorar o posicionamento dos posts, melhorar continuamente o design e a estrutura do blog, mas mesmo com tudo isso eu não conseguia otimizar os ganhos no Google Adsense.

Meus visitantes simplesmente ignoravam os anúncios; ou por não estarem chamando a atenção correta, ou por não estarem oferecendo propaganda relevante.

Depois de quase 10 anos blogando, e quase 4 anos utilizando o Google Adsense, e achando que não tinha mais nada pra aprender, resolvi apostar no curso Segredos do Adsense do Jonathan Taioba. Num momento de loucura, me inscrevi e, com toda a minha descrença infundada, comecei a fazer o curso no início de agosto de 2013.

As primeiras vídeo aulas realmente foram muito básicas para mim, pois já conhecia a plataforma de gerência do Google Adsense e como gerar os blocos de anúncio, mas, seguindo a dica do Jonathan, persisti no curso e foquei em aprender. Lembro até hoje quando ele disse para assistir as aulas prestando bastante atenção, fechando a janela no Facebook, do e-mail ou qualquer outra coisa que desviasse o foco de aprender sobre os segredos do Adsense.

Decidi dar um voto de confiança ao Jonathan e segui o seu conselho. Foquei no curso e assisti a todas as aulas tentando absorver todo o conhecimento e, em paralelo, aplicando as principais dicas no meu próprio blog. Assistindo as aulas com foco em aprender, percebi que até nas aulas que achei que seriam muito básicas, o Jonathan comentou diversas dicas que pagaram o valor investido no curso.

Depois de implementar aqui no blog as várias dicas que aprendi no curso, os meus ganhos com Google Adsense aumentaram substancialmente! Infelizmente não posso divulgar aqui os valores, pois o regulamento do programa Google Adsense não permite, mas mostrarei para vocês alguns gráficos com as curvas de evolução dos ganhos antes e depois de ter feito o curso.

Como não mostrarei valores, apenas um gráfico real com as variações dos ganhos, não quebrarei o regulamento, mas conseguirei mostrar para você o impacto na minha receita após a realização do curso.

Gráfico 1: Histórico de Ganhos – Acumulado de 2008 a 2013

Gráfico 1: Histórico de Ganhos Adsense 2008 a 2013 - BrunoCunha.com

Esse gráfico representa os ganhos anuais entre 2008 e 2013 no blog BrunoCunha.com. Como pode reparar, em 2008 eu não ganhei nada com o Google Adsense, pois só comecei a implementá-lo aqui em jan/2009.

De 2009 em diante o blog foi ganhando cada vez mais visitantes e os ganhos foram crescendo um pouco até 2011. Em 2012, os ganhos foram bem parecidos com os de 2011, mas confesso para você que estes não pagavam os custos operacionais do blog.

Já em 2013, devido ao curso Segredos do Adsense, que comecei a fazer em agosto, o acumulado deu um salto muito grande e substancial na receita do blog. Infelizmente não posso divulgar os valores, como já comentei acima, mas posso dizer que agora os custos operacionais do site já são pagos somente pelo Adsense a ainda sobra um dinheiro para comprar meus brinquedos, afinal, ninguém é de ferro! :)

Ainda não vivo somente com as receitas do blog, mas os ganhos já estão influenciando o orçamento e isso está sendo ótimo!

Vamos detalhar mais um pouco e ver o histórico de ganhos somente no ano de 2013:

Gráfico 2: Histórico de Ganhos – Acumulado Mensal de 2013

Gráfico 2: Histórico de Ganhos Adsense 2013 - BrunoCunha.com

Nesse gráfico podemos constatar que o curso do Jonathan proporcionou grande influência na receita do blog. Falando em percentuais, o dinheiro que obtive em novembro/2013 foi 523% maior que o de julho/2013, ou seja, três meses depois de realizar o curso, o meu ganho aumentou um pouco mais que 5 vezes.

Continuando com os percentuais, os ganhos acumulados durante os quatro meses após o início do curso (ago/13 a nov/13) foi 678% maior que os ganhos acumulados nos quatro últimos meses anteriores a realização do curso Segredos do Adsense (abr/13 a jul/13). Esses números são impressionantes sim e refletem a realidade!

OBS: Os dados que geraram esses dois gráficos não são fictícios. Foram extraídos diretamente da minha conta no Google Adsense, mas os numerais foram suprimidos para não ferir o regulamento do Google Adsense, que não permite que os dados sejam divulgados publicamente.

Conclusão

Se você deseja ganhar dinheiro na Internet, recomendo começar com o curso Segredos do Adsense do Jonathan Taioba. Apesar dele comentar sobre a possibilidade de ganharmos $100.00 por dia, ainda não alcancei esse patamar, mas os ganhos que já obtive com esse blog, após o curso, já pagaram o investimento! Além, é claro, de ter adquirido um ótimo conhecimento em otimização de receita com o Google Adsense.

Sempre gosto de alertar sobre um ponto importante com relação a esse curso. Você está pagando para adquirir um conhecimento, mas todo o trabalho para transformar esse conhecimento em resultado é seu, ou seja, você vai ter que trabalhar bastante para aplicar as dicas do curso e evoluir o seu blog. Comento mais sobre essa questão no post que escrevi sobre como ganhar dinheiro com blog e Google Adsense.

Espero que esse post ajude você a decidir se faz ou não o curso. Creio que resultados são sempre melhores que páginas de venda e passam mais confiança numa tomada de decisão.

Também sugiro que leia meu outro post sobre o esse curso, que fala sobre as dez desculpas para não fazê-lo.

Independente se você comprar ou não o curso, desejo a você sucesso em seu empreendimento digital e lembre-se, nunca pare de buscar conhecimento!

O e-commerce brasileiro cresce vertiginosamente a cada ano e, se você ainda não comprou itens como roupa, sapato, protetor solar ou compras no supermercado através de algum site na Internet, prepare-se para mudar alguns de seus conceitos e abrir seus olhos para novas oportunidades.

É fato que no mundo off-line conseguimos negociar descontos no boca-a-boca com alguns vendedores de lojas físicas, mas a Internet te dá ferramentas para buscar esses descontos de forma rápida, na distância de um alternar de abas do navegador e na velocidade de um clique!

Andar no shooping em busca de desconto é algo que satisfaz apenas a necessidade de conhecer novos lugares, ver pessoas e bater papo com amigos, e não creio que o foco principal deva ser buscar o melhor desconto. Se num grande shopping podemos pesquisar em 5 lojas diferentes, na Internet podemos fazer a mesma coisa em 50 lojas diferentes, gastando bem menos tempo.
Economizar nas Compras pela Internet
O objetivo desse post é ensinar a você as técnicas que utilizo para economizar dinheiro nas compras pela Internet. Quem nunca pediu para aquele amigo ou parente NERD, que entende tudo de Informática, para que ele comprasse um notebook, tênis, perfume ou TV em algum site? Pois é, no meu caso, eu sou essa pessoa que encontra na Internet as coisas mais baratas que as das lojas físicas.

Motivadores do consumo

Antes de começar a detalhar as dicas, gostaria de definir os três principais motivadores que nos fazem comprar um produto: necessidade, oportunidade e vaidade. Detalho abaixo:

Necessidade

Aqui se encaixa tudo do que precisamos comprar para suprir uma necessidade importante. Se a geladeira quebrou e não tem mais conserto, necessitamos comprar uma nova. Simples assim.

Oportunidade

Nessa categoria defino que não temos um motivo urgente para comprar um produto, pois já temos outro semelhante que atende a quase todas as nossas necessidades, mas o preço da oferta é tão baixo que aciona o nosso lado consumista. Se você tem um iPhone 4S funcionando perfeitamente e seu amigo te oferece um iPhone 5S pela metade do valor pois ele está precisando do dinheiro, é claro que você não vai perder essa oportunidade né!?

Vaidade

É quando você compra caro sem necessidade! :) Quem nunca comprou um carro zero, tendo um com apenas um ano de uso, e disse que faz isso para não perder na desvalorização e reduzir os custos com manutenção? Pois é, os vaidosos sempre têm essa desculpa.

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Esses motivadores de consumo influenciam a forma como vamos economizar nas compras pela Internet. Se tivermos uma necessidade real, utilizaremos mais as ferramentas de busca, comparação de preço e cupons de desconto para encontrarmos o produto, mas, se estivermos de olho nas oportunidades, focaremos nas promoções relâmpago oferecidas pelas empresas em redes sociais, newsletters e compras coletivas.

Vamos às dicas e boas compras!

Economizar nas compras pela Internet

1- Compare os Preços

A primeira dica é comparar preços. Compare os preços nas principais lojas de sua confiança.

Logo Buscapé

Logo Bondfaro

As duas principais ferramentas que indico para essa tarefa são os sites Buscapé e Bondfaro. Com elas você pode comparar o preço de um produto em diversas lojas na Internet, ordenando as lojas pelo menor preço, pelas que são melhor avaliadas pelos clientes e também pelas mais populares.

Confio bastante nesses dois sites e sempre os utilizo nos meus comparativos de preço.

2- Em busca do frete grátis

Quando estiver comparando os preços, fique sempre atento ao valor do frete para o seu endereço. Muitas lojas oferecem valores menores em seus produtos e  acabam ficando no topo da lista dos sites Buscapé e Bondfaro quando ordenamos pelo menor preço, mas acabam cobrando um alto valor no frete que acaba ficando mais caro que em outras lojas.

Sempre busco a opção que me ofereça frete grátis, mas sempre me atento no valor final da compra para decidir em qual loja concretizar a transação.

3- Pesquise cupons de desconto e receba parte do dinheiro de volta!

Já escrevi um outro post aqui no blog contanto todas as dicas sobre essa questão. Garimpar na Internet um ótimo cupom de desconto tornou-se muito mais fácil quando agregadores de cupom sugiram na Internet. Melhor do que isso foi quando o conceito de “cashback” (dinheiro de volta) chegou aqui no Brasil.

A Meliuz reúne o conceito do melhor desconto, com a vantagem de te devolver parte do valor pago em seu produto. Explico muito melhor essa parte no post sobre a Meliuz. Sugiro a leitura.

4- Não despreze as redes sociais

As grandes lojas de comércio eletrônico no Brasil possuem presença forte nas principais redes sociais como Facebook, Twitter e Google+. Nessas redes as lojas às vezes disponibilizam promoções e descontos exclusivos. A dica aqui é você acompanhar as lojas que você mais se identifica e ficar atento quando uma promoção atender a sua expectativa.

5- Economizator do Ponto Frio

O PontoFrio.com é uma das empresas mais atuantes nas redes sociais. Ele oferece vários descontos via Twitter e Facebook como muitos de seus concorrentes, mas o que o destaca nesse quesito de comprar mais barato é o aplicativo Economizator, disponível em sua fã page do Facebook.

Com o Economizator, você insere o código do produto que deseja o desconto e ele te gera um link que o redirecionará para uma página com o desconto aplicado. Muito interessante essa abordagem.

6- Deixe o Google te ajudar com os descontos

Procure sobre o seu produto também pelo site do Google. Quando, na busca, você oferece o nome, marca e/ou modelo do produto que deseja, geralmente os primeiros resultados da busca são de ofertas sobre esse produto pesquisado.
Google Shopping na Busca
Alguns sites cadastram produtos no Google Shopping com preços mais atrativos que os canais normais. A dica é não desconsiderar essa busca quando estiver realizando a pesquisa de preço.

7- Pague à vista (boleto ou transferência) e receba mais desconto

Muitos sites oferecem descontos acumulativos quando você efetua o pagamento via boleto bancário ou transferência eletrônica. Alguns chegam a oferecer 5%, 10% e até 12% de desconto caso você opte por essa forma de pagamento.

Caso você tenha todo o dinheiro e puder pagar à vista, sugiro que opte por esse caminho, pois, além de quitar toda a sua dívida, o desconto obtido na compra vai ser sempre maior do que se você investisse o mesmo valor do produto durante um ano na poupança!

8- Site de Compra Coletiva ainda é um bom negócio

Se você está em busca, principalmente, de alguma oportunidade ou algo para suprir a sua vaidade, os sites de compra coletiva ainda são um bom lugar para garimpar preços mais atraentes.

Um bom sites para te ajudar nessa busca é o SaveMe, que agrega diversos outros sites de compra coletiva, te permitindo realizar a busca por promoções em vários de uma só vez.

9- De olho nas Newsletters

Todos os dias os grandes sites enviam e-mails para sua lista de cadastro com promoções exclusivas. A dica é efetuar o cadastro nos principais sites de sua confiança e aceitar o recebimento de promoções por e-mail.

Uma dica melhor ainda é criar um filtro no seu correio eletrônico para agrupar esses e-mails de propaganda em uma pasta específica. Desse jeito as propagandas não ocupam a sua caixa de entrada e você, quando precisar, poderá consultar as promoções.

10- Seu cartão de crédito pode te oferecer descontos

Alguns bancos e cartões de crédito oferecem clubes de vantagem com promoções e descontos exclusivos para seus clientes. Também é uma ótima dica pesquisar preço nesses locais.

Conclusão

Comprar na Internet não é um bicho de sete cabeças e está se tornando a principal forma de compra da classe média brasileira. Conhecer as dicas para economizar nessas compras é essencial para garantir um ótimo preço no produto.

Claro que existem muitas lojas que aplicam fraude na Internet, mas existe também uma lista, atualizada pelo Procon-SP, com sites fraudulentos que devem ser evitados. Essa lista vai te ajudar a identificar os sites não confiáveis.

Adoro comprar pela Internet e adoro ajudar meus amigos e familiares a encontrar um produto com preço baixo na Internet. Essas são as técnicas que utilizo para buscar o melhor desconto e espero que também o ajude a comprar mais barato na Internet!

E você, tem alguma outra dica para economizar na Internet? Deixe seu comentário logo abaixo e ajude a ampliar essas dicas.

Quem nunca recebeu uma solicitação chata de jogos ou aplicativos no Facebook que atire o primeiro dislike! Quem está na maior rede social do mundo está também sujeito a convites de amigos para participar de joguinhos chatos ou aplicativos de calendário que você não tem interesse algum de participar.

Muitos não sabem, mas existe uma forma de bloquear solicitações de jogos no Facebook. Também é possível bloquear solicitações de aplicativos de forma muito semelhante e é exatamente esse o passo-a-passo que vou descrever nesse post.

Eu mesmo já faço isso desde que entrei no Facebook, pois detesto esses joguinhos de Internet e é mais fácil do que ficar pedindo para os meus amigos não me convidarem. Mais ainda, dessa forma eu não passo como o chato do grupo e mantenho a amizade num patamar estável! :) Vamos então aprender a nos livrar dessa chatice.

Bloquear Solicitações no Facebook

Existem duas formas de bloquear as solicitações no Facebook. Uma quando:

  • Você recebe o pedido para participar de um jogo ou aplicativo; e
  • Outra quando você já configura o Facebook para não receber tais solicitações. Explico as duas formas abaixo:

Bloquear jogos do Facebook quando recebe a solicitação

Quando você recebe a solicitação para se cadastrar num jogo, a área de notificações (aquele globo lá em cima na barra azul) já indica que tem alguma atividade na sua conta.

Ao clicar no globo, você vê que a novidade é que recebeu mais um convite chato de joguinho que não te interessa. Nesse momento, faça o seguinte:

  1. Passe o mouse sobre a solicitação do jogo ou aplicativo e repare que um “X” aparecerá no canto direito;Área de Notificação do Facebook - Desativar Solicitação de Jogo
  2. Clique nesse “X”;
  3. Agora clique no botão “Desativar”;Área de Notificação do Facebook - Desativar Solicitação de Jogo
  4. Pronto, você nunca mais receberá convite para participar desse jogo ou aplicativo. Simples assim.

Infelizmente você terá que bloquear dessa forma cada jogo diferente que receber convite. Não existe uma forma de bloquear todos os jogos de uma só vez.

Pode acontecer de você ter recebido a solicitação e esquecido de bloqueá-la. Agora a área de notificação não está mais exibido ela e, portanto, você não vai conseguir executar o passo-a-passo descrito acima. Nesse caso, siga a dica abaixo:

  1. Clique no logo do “facebook” no canto superior esquerdo;
  2. No menu de opções da esquerda, clique na opção “Jogos”. Você será redirecionado para a área de jogos do Facebook;
  3. Novamente no menu de opções da esquerda, clique na opção “Solicitações”. Serão exibidas todas as solicitações de jogos que você recebeu até o momento;
  4. Clique no botão com um “X”, ao lado do botão “Jogar agora”;Facebook - Solicitações de Jogos
  5. Serão exibidas duas opções de bloqueio: Bloquear o jogo ou ignorar todas as solicitações desse usuárioFacebook - Bloquear solicitações de jogos
  6. Selecione a opção que você desejar. Caso não queira mais receber solicitações desse determinado jogo, selecione bloquear o jogo. Caso não queira mais receber solicitações desse amigo chato, clique em ignorar todas as solicitações.

Essas dicas acima também servem para bloquear as solicitações de aplicativos.

Existem outras formas de bloquear um jogo no Facebook. Veja mais abaixo.

Configurando o Facebook para bloquear pedidos de aplicativos e Jogos

Você não precisa esperar receber uma solicitação chata para bloqueá-la. O Facebook disponibiliza opções de bloqueio em sua página de “Configurações de Privacidade” da conta. Siga os passos abaixo:

  1. No canto superior direito, clique no ícone da engrenagem;Facebook - Acessar área de configuração de privacidade
  2. Em seguida selecione a opção “Configurações de Privacidade“;
  3. Na nova página que se abriu, no menu de opções da esquerda, selecione “Bloqueio”;
  4. Na área da direita, vá até a opção “Bloquear aplicativos”;Facebook - Bloquear Aplicativos
  5. Pronto. Agora, no campo de texto, comece a digitar o nome do aplicativo ou jogo que uma lista suspensa será exibida com as opções. Selecione a opção que deseja e pronto, agora o aplicativo ou jogo selecionado será bloqueado na sua conta e você não receberá mais convite dele! Ô paz! :)

Calma que ainda tem mais uma dica. Agora para lidar com aqueles “queridos-amigos-game-maníacos-solitários-em-busca-de-companheiros”… Continue lendo.

Configurar o Facebook para bloquear solicitações de um amigo específico

Convenhamos: no Facebook temos amigos e “amigos”, não é mesmo? Temos aqueles que acompanhamos diariamente e aqueles outros que nos perturbam a toda hora. Quando os que perturbam nos enchem de solicitações de jogos ou aplicativos chatos, a melhor maneira é configurarmos o Facebook para bloquear toda e qualquer solicitação desse usuário.

Seguindo o passo-a-passo da dica anterior, ou seja, considerando que você já esteja dentro da área de “Bloqueio” das suas “Configurações de Privacidade”, siga a dica abaixo:

  1. Vá até a opção “Bloquear convites de aplicativos“;Facebook - Bloquear Convites de Usuários
  2. No campo de texto, digite o nome do seu grande amigo chato que você não quer mais receber as solicitações de jogos e aplicativos.
  3. Pronto. Agora nunca mais você será perturbado com solicitações desse seu grande amigo! :)

 Conclusão

O Facebook é uma excelente rede social para mantermos contato com  nossos amigos, compartilhar a nossa vida pessoal com quem quisermos, mas ele é muito melhor quando paramos de receber solicitações chatas de  jogos e aplicativos que não nos interessam.

Já não recebo muitos convites desse tipo a bastante tempo, pois já venho aplicando esses bloqueios na minha conta, e confesso que estou muito mais feliz desse jeito!

E você, também prefere o Facebook sem esses convites chatos? Deixe sua opinião nos comentários!

No registro histórico as versões são muitas vezes mais importantes que os fatos! A história é sempre contada nas versões dos que ganharam a guerra, ou daqueles que preferem as politicamente corretas e que enaltecem as virtudes e pontos positivos do fato.

Nos livros de história que estudamos na escola, os fatos são narrados com um conto poético focado nas qualidades positivas dos mártires e no máximo uma citação negativa em algum ponto isolado.

No livro Guia Politicamente Incorreto da América Latina, de Leandro Narloch e Duda Teixeira, você vai encarar um outro lado da história. Um lado que não encontramos registrados nos livros didáticos dos nossos colégios. Guia Politicamente Incorreto da América Latina joga na sua cara outras versões que podem chocar os fãs fanáticos dos ídolos históricos.

Sempre quis ler o Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, mas nunca me preocupei seriamente em comprá-l0. Minha prima Flavia acabou me presenteando com esse livro, com o foco na América Latina, e também com a promessa de me emprestar o do Brasil, que garantiu ter em sua prateleira.

A América Latina é uma região muito grande e certamente muita história existe para ser contada, principalmente em suas versões realistas, mas esse livro, de apenas 336 páginas, é incapaz de cobrir todas, e os autores decidiram focar em alguns personagens apenas.

Che Guevara

Rosto Histórico de Che Guevara

Para os seguidores de Che, que estampam em suas camisetas a imagem desse guerrilheiro, com o intuito de lutar por paz, amor e justiça, certamente deverão ficar bem longe desse livro. A Argentina teve muita sorte de ter exportado esse assassino socialista antes dele ter ativado o seu modo “evil”.

O Guia Politicamente Incorreto da América Latina foca na passagem de Che Guevara durante a sua união com Fidel Castro e a luta revolucionária em Cuba. O guia mostra como esse personagem histórico evoluiu e acabou fazendo coisas que até um assassino cruel teria pensado duas vezes em fazer. Além, é claro, das suas decisões políticas drásticas que afetaram negativamente a vida dos moradores de Cuba.

Astecas, Incas e Maias

Sempre tive na cabeça a imagem dos conquistadores espanhóis massacrando os povos indígenas aqui na América Latina. Coitado dos índios que deviam viver na paz do mundo antigo.

Ledo engano! Astecas, Incas e Maias, as três maiores tribos que viviam no leste da America do Sul, viviam em guerras sangrentas com outras tribos rivais, eram favoráveis à escravidão dos vencidos e também aos sacrifícios humanos (inclusive de crianças) para acalmar seus Deuses imaginários.

Com a chegada dos Espanhóis, os povos Astecas, Incas e Maias viram a oportunidade de aumentarem seu poderio militar e conquistar mais territórios, escravizar mais povos e ter mais gente para seus sacrifícios!

Não leia esse parágrafo se não for forte. Pule agora! Os sacrifícios eram feitos em seres humanos ainda vivos e a maioria consistia em retirar o coração da vítima com ela ainda viva, fazendo um corte em baixo das costelas e enfiando a mão até o coração! OK, é fácil julgarmos hoje essa ação como sendo repugnante, digna de punição severa, mas a religião provoca isso nas pessoas. Quando a fé determina que a conquista “B” depende de um sacrifício “A”, não existem fatos que consigam mudar essa realidade.

Conclusão

Capa do Livro - Guia Politicamente Incorreto da América LatinaO livro conta também sobre Simón Bolivar da Venezuela (curiosidade, a Bolívia tem esse nome em homenagem a essa pessoa), a revolução dos negros na Haiti, Perón e Evita da Argentina, Pancho Villa do México e Salvador Allende do Chile. Todos personagens marcantes da história de seus países, muitos idolatrados por seus habitantes até hoje, com histórias que nos dão vontade de cuspir em cada virada de página.

Não leia esse livro achando que vai encontrar os trabalhos marcantes e positivos desses personagens. Não vai! Nesse guia você verá as versões dos fatos que são esquecidos propositalmente dos livros das escolas.

Esse livro é muito bom para os que gostam de história. Melhor ainda para aqueles que desejam descobrir também o outro lado da mesma moeda.

Infelizmente o livro não cobre todos os personagens da América Latina. Senti falta do Fidel Castro, citado como coadjuvante no capítulo de Che Guevara. Certamente outros existem mas não entraram no livro.Talvez por questões comerciais, pois se todos estivessem presentes, esse guia concorreria com George R. R. Martin ou até com a Bíblia, certamente!

Agora fiquei com vontade de ler os guias do Brasil e do Mundo! Prima, me empresta!???

Gostou da resenha? Aproveite e compre logo o seu exemplar. Tenho certeza que não vai se arrepender!

Muitas pessoas na Internet buscam um modo de baixar os vídeos do YouTube para executá-los diretamente em seus smartphones, tablets e computadores sem terem que ficar dependendo da conexão com a Internet.

No Brasil, onde os planos de dados 3G e 4G são muito caros, a solução é baixarmos os vídeos disponíveis no YouTube para o nosso computador e, depois, adicioná-los no smartphone. Esse post é um guia passo-a-passo que explica em detalhes como você poderá baixar um vídeo no YouTube e salvá-lo num formato compatível com o seu dispositivo.

Esse post está dividido em duas etapas. A primeira explica todo o conceito por trás do processo de baixar o vídeo do YouTube para o seu computador e depois passá-lo para o iPhone. Essa primeira etapa é importante para que você entenda o que acontece em cada passo que será detalhado na etapa 2.

Esse post também conta com uma vídeo-aula que explica todo esse processo com mais detalhes. Sugiro que assista essa vídeo-aula, mas, caso prefira ler, também tem tudo explicado no post abaixo.

Vídeo-aula sobre como baixar vídeo do YouTube para o iPhone

 

Passo-a-passo: Baixar vídeo do YouTube sem instalar programa

Como havia explicado, a primeira parte desse post foca o conceito, mas, se preferir, clique aqui e vá direto para o passo-a-passo.

Etapa 1 – Conceito

Não quero explicar aqui que a Internet é uma “rede mundial” ou que é a “interligação de diversas redes de computadores”. Isso é uma definição que você encontrará nos livros técnicos.

Meu desejo aqui nesse post é que você entenda que a Internet provê diversos serviços e estes estão fisicamente armazenados em servidores cuja a localização física é desconhecida por nós.

Sabemos o endereço de uma página por meio de sua URL, mas não fazemos ideia se, por exemplo, os sites do UOL, Globo, BrunoCunha.com estão armazenados num servidor no Rio de Janeiro, Japão ou Estados Unidos. Esse local “físico” não é importante para quem está acessando o site.

Claro que a distância entre o servidor que fornece o serviço e o cliente que está consumindo esse serviço pode influenciar a performance, mas não vou entrar aqui nesse nível de detalhe pois não é o foco desse post.

Quero trazer para você o conceito de computação em nuvem, ou Cloud Computing em Inglês. A ideia dessa nuvem é que o serviço está disponível para ser acessado por qualquer pessoa, em qualquer lugar do planeta, por meio da Internet.

Computação em Nuvem - Conceito de InternetVamos analisar o caso do YouTube, um site de streaming de vídeos da empresa Google. Ele é um serviço que está disponível na nuvem e você pode acessá-lo de qualquer lugar que tenha Internet.

O YouTube possui diversos servidores por trás dele para processar os pedidos de visualização e também armazenar os seus milhares de vídeos.

Quando você acessa o site do YouTube pelo seu iPhone, através de um navegador ou pelo aplicativo oficial do YouTube, e começa a assistir a um vídeo, você está fazendo o download através da sua conexão com a Internet, que pode ser uma rede sem fio, o 3G ou o 4G e está consumindo cotas de download do seu plano de internet móvel.

O problema disso é que, se você voltar a assistir o mesmo vídeo no dia seguinte, ele será novamente baixado para o seu dispositivo, consumindo mais cotas de download do seu plano.

Seria ótimo se pudéssemos salvar um vídeo do YouTube diretamente no iPhone, mas até hoje isso não é possível utilizando os aplicativos oficiais.
Baixar vídeos do YouTube - Conceito de Cloud ComputingA proposta desse post é salvarmos uma cópia de um vídeo hospedado no YouTube em seu iPhone, mas, para isso, precisaremos de três itens para completar o processo:

  • Um Computador com acesso à Internet, que pode ser um desktop ou um notebook;
  • O iTunes, que é o software de gerenciamento de biblioteca multimídia e também gerenciador do seu iPhone, iPod ou iPad.
    Com ele você gerencia as fotos, músicas, aplicativos, podcasts, jogos e também os vídeos que ficarão armazenados dentro do seu iPhone.
    Somente através do iTunes que conseguiremos colocar o vídeo dentro do iPhone;
  • O terceiro item, claro, o próprio iPhone.

Para completar o processo, devemos:

  1. Encontrar um vídeo de nosso interesse no YouTube e baixar uma cópia para o nosso computador.
    Com o vídeo já devidamente salvo em nosso computador, não dependemos mais da conexão com a Internet para seguirmos os próximos passos;
  2. Agora devemos abrir o iTunes e importar esse vídeo para dentro de sua biblioteca.
    Agora que o iTunes conhece esse arquivo de vídeo, ele poderá sincroniza-lo com o seu iPhone, ou seja, enviá-lo para dentro do seu aparelho.
    Dessa forma, você poderá assistir ao vídeo sem depender de conexão com a Internet, pois ele estará armazenado “fisicamente” dentro do seu iPhone.

Depois de explicado o conceito, vamos para a prática e aprender de fato a como baixar os vídeos do YouTube.

Etapa 2 – Passo-a-passo para baixar os vídeos do YouTube

Depois de detalharmos toda a teoria desse processo, vamos para a prática. Siga o passo-a-passo abaixo:

1. YouTube:

Acesse o YouTube e abra o vídeo que deseja baixar.

2. Voobys:

Na URL do vídeo, troque a palavra “youtube” por “voobys“.

Atenção: troque apenas a palavra “youtube” e mantenha todo o resto da URL. Veja no exemplo abaixo:

URL do vídeo no YouTube:
http://www.youtube.com/watch?v=CcM4eEE4R0Q

URL do vídeo alterada:
http://www.voobys.com/watch?v=CcM4eEE4R0Q

3. Mensagens de segurança:

Algumas mensagens serão exibidas solicitando a sua permissão para executar o conversão do vídeo. São elas:

O Java(TM) precisa de sua permissão para ser executado.Java - Solicitação de Permissão para Execução
Selecione qualquer uma das opções. Caso escolha a opção “Executar essa vez”, quando entrar novamente no voobys essa mensagem será exibida. Caso não queira mais ser alertado sobre essa mensagem, escolha a opção “Executar sempre nesse site”. Eu sempre escolho a primeira opção.

Advertência de Segurança 1
Mensagem de Advertência - Editor Desconhecido
A aplicação de conversão do Voobys não possui um editor conhecido e, por isso, essa mensagem é exibida. Pode executar sem medo.
Selecione a opção “Eu aceito o risco e desejo executar esta aplicação”. Depois clique no botão “Executar”.

Advertência de Segurança 2
Mensagem 2 de Advertência - Editor Desconhecido
Mais uma janela pedindo novamente a sua permissão para executar a aplicação. Pode clicar no botão “Permitir”.

4- Selecionando o formato do vídeo:

Voobys - Formatos dos Vídeos
A melhor resolução é sempre a 1080p, mas o arquivo final também será maior. Para visualizar o vídeo no iPhone, sugiro que baixe no formato MP4(480p). Caso queira assistir no computador ou numa TV HD, escolha o formato MP4(720p).

Na vídeo-aula lá do início do post escolhi a versão MP4(480p), mas o detalhe aqui nesse ponto é selecionar o formato MP4, pois esse eu garanto que será executado pelo iPhone. Os outros eu não testei, mas certamente possuem resolução muito inferior aos do formato MP4.

Ao clicar sobre o link do formato que deseja, uma janela será exibida solicitando o local para salvar o arquivo. Lembre-se desse local pois será importante na hora de importar o vídeo para o iTunes.

Nesse momento você acabou de baixar o vídeo do YouTube para o seu computador sem instalar programa algum. Se você abrir o vídeo vai conseguir assisti-lo sem “gastar” a sua Internet.

5- Importando para o iTunes

Presumo que você já tem o iTunes instalado no seu computador. Caso ainda não tenha, acesse a página de download do iTunes e faça a instalação desse programa.

iTunes - Adicionar Arquivo à Biblioteca

No menu “Arquivo“, opção “Adicionar Arquivo à Biblioteca…“, selecione o arquivo do vídeo que acabamos de baixar para o computador. Você pode usar também as teclas de atalho “Ctrl+O” (no Windows) para abrir a janela de importação de arquivo.

Pronto, agora o seu vídeo já está dentro da biblioteca do iTunes e pode ser sincronizado com o seu aparelho Apple (iPhone, iPod e iPad).

6- Sincronizando com o dispositivo

iTunes - Biblioteca de Filmes

Agora você deve:

  1. Encaixar o seu dispositivo Apple na porta USB do seu computador;
  2. Selecioná-lo no iTunes;
  3. Selecionar a guia Filmes na parte superior da tela; e
  4. Selecionar quais vídeos de sua biblioteca deseja importar para dentro do seu dispositivo.

Conclusão

Com esse passo-a-passo você consegue baixar vídeos do YouTube sem instalar programa algum, simplesmente utilizando os serviços do Voobys.

Com o vídeo em seu computador você pode adicioná-lo no seu tablet, smartphone, player de vídeo, ou seja, poderá assisti-lo sempre que precisar, sem depender da conexão com a Internet.

Todo esse post foi dedicado à minha esposa, que está estudando para concurso público e gostaria de aprender uma forma de assistir as vídeo-aulas disponíveis no YouTube diretamente em seu iPhone 3Gs. Como a linha dela não possui pacote de Internet, essa foi a solução que encontrei para ajudá-la.

Espero que tenha gostado do post, da vídeo-aula e que tudo isso também tenha lhe ajudado a salvar os seus vídeos de interesse no seu computador.

Compartilhe esse post com seus amigos e deixe-os saber que essa possibilidade também existe.

Para os que estudaram bastante e conseguiram passar na prova de certificação PMP, PgMP, PMI-SP, PMI-RMP ou PMI-ACP, agora começa o ciclo de obtenção dos PDUs necessários para manter cada uma delas.

Cada certificação possui um ciclo de três anos de validade, com a renovação condiciona à obtenção de certa quantidade de PDUs. A certificação PMP, por exemplo, exige que o Gerente de Projetos acumule no mínimo 60 PDUs em cada ciclo.

O que é PDU?

Imagino que todos que estudaram para essas certificações do PMI conhecem um pouco sobre PDU, mas é bom resumir aqui o conceito por trás dessa sigla.

PDU = Professional Development Unit
ou
PDU = Unidade de Desenvolvimento Profissional

PDU é uma unidade de medida conceitual, criada pelo PMI, para mensurar o quanto cada profissional de gerenciamento de projeto evoluiu em seu conhecimento na área de sua certificação;

A principal ideia por trás da PDU é obrigar todos os profissionais certificados a manterem-se atualizados, reciclando o conhecimento na área de gerenciamento de projetos, e também promover o amadurecimento desse tema.

Essa ideia é muito interessante, pois cria uma regra que obriga a todos os profissionais certificados a continuarem estudando, desenvolvendo o conhecimento, evoluindo o assunto gerenciamento de projetos, e divulgando cada vez mais a importância dessa disciplina quando querermos entregar projetos com mais qualidade, no prazo correto, no custo estimado e que satisfaça o cliente.

A regra por trás da PDU sofreu evolução ao longo do tempo e, atualmente, seis novas categorias de PDUs estão definidas para que possamos reportar as atividades aprovadas de aprendizagem e de serviço profissional.

Categorias de PDU

Como coloquei no título do post, essas “novas” categorias já não são tão novas assim. Até 2011 elas foram evoluindo e contavam com 15 categorias distintas para cobrir todas as possíveis áreas de desenvolvimento profissional.

Reconheço que algumas dessas 15 categorias confundiam os profissionais, pois possuíam uma fronteira muito tênue entre elas e gerava dúvidas sobre qual seria a mais correta a utilizar. Esse era um sentimento compartilhado entre todos da comunidade e, depois de um estudo aprofundado pra revisão das categorias, em 2011 foram definidas apenas 6 que cobrem todas as possíveis áreas de desenvolvimento profissional.

Certamente essa revisão foi muito bem recebida por toda a comunidade, pois simplificou bastante o processo de reporte dos PDUs.

Listo então as seis novas categorias em vigor atualmente:

Categoria A: Cursos oferecidos pelos R.E.P.s, capítulos e comunidades do PMI

PMI-REP - Registered Education Provider

Todo curso, seminário, palestra ou workshop com o tema relacionado ao gerenciamento de projetos, ministrado por uma instituição reconhecida pelo PMI, pode ser reportado pelo profissional certificado como PDU, respeitando a regra de 1 hora de curso igual a 1 PDU.

Frações de PDU também são permitidos, ou seja, se você participou de uma palestra de:

  • 15 min, então você pode reportar 0,25 PDU;
  • 30 min, então 0,50 PDU, ou;
  • 45 min igual a 0,75 PDU.

Muitos desses cursos são pagos, mas também existem muitos outros gratuitos. A maior vantagem dessa Categoria A é que não existe limite de reporte de PDU, ou seja, você pode completar todo o seu ciclo de 60 PDUs reportando somente cursos, seminários, palestras e workshops.

Categoria B: Educação Continuada

Nesta categoria você pode reportar o tempo que participou em aulas relacionadas ao gerenciamento de projetos em seu curso de graduação em universidade.

Caso participe de seminários, palestras, webinars ou outros eventos relevantes ao tema GP, oferecidos por empresas que não participam do programa R.E.P do PMI, ou seja, não são reconhecidas oficialmente, você também pode reportar PDUs dessas atividades nessa categoria B.

Caso participe de algum evento na sua própria empresa sobre Lições Aprendidas, Gerenciamento de Risco, Maturidade no Planejamento de Projetos, ou qualquer outro assunto relacionado ao tema, você também pode reportar essas horas.

Nessa Categoria B também não existe limite de PDUs a serem reportados, pois o PMI entende que muitas instituições promovem eventos de divulgação do tema gerenciamento de projetos que contribuem para o amadurecimento dos profissionais, mesmo que elas não estejam participando do programa R.E.P.

Categoria C: Auto-Estudo

O nome já diz tudo. Nessa categoria você deve reportar as horas que utilizou para o seu autodesenvolvimento. Se você leu algum artigo, paper, livro, assistiu a um vídeo, DVD ou ouviu um podcast relacionado ao tema gerenciamento de projetos, você está desenvolvendo o seu conhecimento na área.

Calcule o tempo que você gastou em cada uma dessas atividades de auto-estudo e converta-os em PDUs.

A principal restrição dessa categoria é que você só pode reportar, no máximo, 30 PDUs a cada ciclo de 3 anos.

Categoria D: Criação de conhecimento em Gerenciamento de Projetos

Se você produz conhecimento em GP, ou seja, escreve livros, artigos, textos, periódicos, apresenta um webinar ou podcast, ministra um curso ou dá uma palestra, então você está contribuindo para a divulgação do conhecimento em Gerenciamento de Projetos e, portanto, pode reportar PDUs nessa categoria.

Mais importante que a Categoria C, essa Categoria D entende que você desenvolveu o seu conhecimento e está passando para os outros o que você aprendeu. Aqui você está contribuindo com toda a comunidade para divulgar e evoluir o conhecimento em gerenciamento de projetos.

Você só pode reportar um máximo de 45 PDUs por ciclo de 3 anos, mas esse limite contempla o somatório dos PDUs nas categorias D, E e F. Explico isso em mais detalhes abaixo.

Categoria E: Serviço Voluntário

Sim, trabalho voluntário é trabalhar sem receber dinheiro por isso, mas você pode receber outros benefícios que poderão ser muito mais importantes que o dinheiro.

Você pode ser voluntário no capítulo do PMI da sua cidade, ajudar a traduzir periódicos ou até mesmo o PMBOK, organizar palestras, ajudar na preparação de um congresso, prestar serviços de gerenciamento de projetos em grupos comunitários etc.

Ser voluntário é trabalhar para que o tema evolua e seja cada vez mais difundido na sociedade. Para mim, os principais benefícios obtidos com o voluntariado são:

  • Desenvolvimento profissional e pessoal;
  • Reconhecimento dentro da comunidade;
  • Aumento do networking;
  • Novas propostas de trabalho.

Esses benefícios poderão ajudar no seu crescimento e também no aumento do seu salário, pois lhe ajudará a se preparar para uma futura oportunidade.

Categoria F: Trabalho como Gerente de Projetos

Por último, mas não menos importante, a Categoria F considera que, se você está trabalhando como Gerente de Projetos, então você está desenvolvendo o seu conhecimento e aplicando as boas práticas do gerenciamento de projetos. Só isso já é suficiente para que o PMI reconheça a importância do seu trabalho.

Aqui você pode reportar no máximo 15 PDUs durante o período de 3 anos. A versão do PMP Handbook em Português não está com a tradução muito clara e o entendimento da regra pode confundir os leitores. Vou explicar aqui essa regra de forma mais clara para não gerar confusão:

Se você trabalhou um mínimo de 6 meses como gerente de projetos, durante um período de um ano, então você tem o direito de reportar 5 PDUs.

Como o ciclo de renovação da certificação é de 3 anos, então você pode declarar no máximo 15 PDUs ao final do ciclo.

Logo PMI - Project Management Institute

OBS: Limite dos 45 PDUs das Categorias D, E e F

Todos os PDUs reportados nas categorias D, E e F, juntos, só podem somar no máximo 45 unidades a cada ciclo de renovação da certificação (ciclo de 3 anos), ou seja, produzir conhecimento em GP, ser voluntário e trabalhar como gerente de projetos vai te render sempre um máximo de 45 PDUs por ciclo.

Essa regra serve para limitar um pouco a forma como se obtém os PDUs, pois, se ela não existisse, qualquer um poderia gastar 60 horas produzindo um curso sobre gerenciamento de projetos, reportar essas 60 horas como sendo 60 PDUs e não estaria mais obrigado a estudar ou divulgar o conhecimento em GP.

Com esse limite o PMI força os certificados a obterem ao menos 15 PDUs nas categorias A, B e C. Uma ótima forma de nos incentivar a gastar dinheiro com cursos de desenvolvimento profissional. O mundo é capitalista e o dinheiro precisa continuar circulando!

Conclusão

Obter uma certificação do PMI não é fácil. Você pode conferir como me preparei para obter a certificação PMP (post 1, post 2), mas este aqui mostrou que cada certificado tem o trabalho constante de evoluir a sua maturidade profissional e também o tema gerenciamento de projetos.

Para tirar muitas outras dúvidas com relação às categorias de PDU, sugiro que leia todo o capítulo Programa de Requisitos de Certificação Continuada (CCR), que inicia na página 38 do PMP Handbook em Português. Lá você terá muito mais detalhes sobre o que é permitido em cada categoria e o que deve ser guardado como registro para futuras comprovações dos PDUs reportados. Segue o link para os que preferem a versão em inglês do PMP Handbook.

Espero que esse post ajude os que precisam reportar seus PDUs. Não trabalho ainda no PMI, mas caso tenha alguma dúvida relacionada ao tema, ficarei feliz em tentar respondê-la. Você pode usar a área de comentário logo abaixo do post.

Livro bom, pra mim, é livro lido, mesmo que alguns não sejam tão bons quanto eu imaginava que fossem.

Tubos – O Mundo Físico da Internet (tradução feia do livro em inglês Tubes: A Journey to the Center of the Internet), de Andrew Blum, é um livro escrito para pessoas curiosas que não possuem conhecimento técnico algum sobre o funcionamento de uma rede de computadores. Se você nunca ouviu falar de palavras como “hub”, “switch”, “fibra ótica”, mas já ouviu dizer que seus arquivos de e-mail estão na “nuvem”, então você é um forte candidato a começar a ler Tubos.

Andrew Blum, além de autor, é também jornalista que nasceu e vive em Nova York e escreve sobre arquitetura, design, tecnologia, arte e viagens para diversas canais como Wired, The New York Times, The New Yorker, Bloomberg Business Week, Metropolis, Popular Science, Gizmodo etc.

O que motivou o autor a escrever esse livro foi a curiosidade em descobrir o que realmente faz a Internet funcionar. A explicação vaga de que nossos arquivos estão na nuvem, que a Internet não tem dono, que seus arquivos podem passar por Tókio para chegar na Argentina não eram detalhados o suficiente para saciar a sede de curiosidade de Andrew Blum.

Tubos: O Mundo Físico da Internet

Essa sede começa quando a luz de seu modem apaga e todo o mundo da Internet simplesmente desaparece da tela do seu computador. Investigando com o técnico da empresa que provê Internet para a sua residência, descobre que um simples esquilo mordeu o cabo “da Internet” e isso foi o suficiente para deixá-lo fora da maior rede mundial de computadores.

Particularmente não gostei muito da narrativa do livro, pois o autor tenta descrever toda a parte técnica por trás da Internet com termos populares que facilitem o entendimento dos leitores leigos. Como a minha formação é técnica, tenho conhecimento para entender o que está por trás da Internet, com suas topologias, servidores, conexões de fibras óticas, centros de interconexões, mas o autor preferiu descrever cada um desses temas humanizando os “tecniquês”.

Início da Jornada de Tubos

Tubos começa a jornada explicando sobre o Mapa da Internet, citando alguns prédios que servem como grandes centrais de conexão de toda a Internet, os chamados Internet Exchange Points. Estes prédios são responsáveis por conectar as redes de diversas empresas com outros parceiros. Nesses locais que as redes do Facebook se conectam com as do Google, ou as da Microsoft com as da Intel, ou a do seu provedor de Internet com o resto do mundo.

Estes locais recebem diversas conexões por fibras óticas, de milhares de locais diferentes, e as conectam a poderosos switches que determinam o destino de cada pedaço de informação que trafega na Web.

Tubos prossegue a jornada e explica um pouco mais detalhado como a rede de todas as redes se mantém viva e porquê ela não pertence a um único órgão controlador. Desde a sua concepção, a Internet foi construída para ser uma rede que funciona “por conta própria”, onde ninguém pode limitar o seu funcionamento.

Internet feita de luz

Fibra Ótica

Andrew descobre que a Internet e sua grande velocidade está muito relacionada com a luz, mais precisamente com a capacidade da luz percorrer um cabo de plástico, um pouco mais grosso que um fio de cabelo, numa velocidade tão rápida, capaz de transportar 40Gbps de dados por segundo! 

Mais interessante ainda é descobrir que cabos de fibra ótica são jogados nos oceanos para conectar continentes! Muitos pensam que as conexões entre países e continentes são feitas única e exclusivamente via satélites, mas elas são feias em sua maioria por meio de cabos de fibra ótica.

Parece impossível conceber que um cabo físico atravesse todo o Oceano Atlântico para conectar, por exemplo, os Estados Unidos à Europa, mas é assim mesmo que acontece e Andrew conta a sua experiência ao acompanhar a chegada uma das pontas de um cabo transatlântico numa praia, trazido por um navio comum.

Mais surpreendente é saber que o cabo é “emendado” a outro que já existe na costa e enterrado na areia da praia. Pronto, simples assim.
Mapa dos Cabos Submarinos

Onde os dados dormem

Claro que o livro tinha que contar também sobre os Data Centers, locais também do tamanho de um prédio, responsáveis por armazenar os dados da Internet e também por consumir a mesma quantidade de energia de pequenas cidades!

Os Data Centers são os responsáveis por criar o sentimento de que os seus arquivos estão nas nuvens, pois você não sabe exatamente onde eles estão e, muito menos, se estão em apenas um lugar ao mesmo tempo.

Seus e-mails do Gmail podem estar armazenados em cinco Data Centers fisicamente espalhados em diversos países e você, talvez nem os engenheiros da Google, sabem exatamente quais são esses cinco Data Centers.

Andrew Blum tentou visitar um Data Center do Google, mas, apesar da maior empresa de Internet possuir dados de quase todas as pessoas do mundo, poucas possuem permissão para entrar em seus Data Centers. Andrew não foi um desses felizardos, mas conseguiu permissão para visitar um do Facebook.

Conclusão

Li este livro na versão em inglês. Talvez por isso, por não ter um nível de inglês tão apurado quanto gostaria, tenha gostado muito da narrativa do autor.

Terminei o livro com o mesmo sentimento que tenho quando leio uma revista Veja ou Época: se tirassem as páginas de propaganda, diminuiria o peso da revista em 70%. No caso de Tubos, se o autor deixasse de contar que alugou um carro para caminhar por toda a costa, ou que a arquitetura externa do prédio não dá sinais de que ali nasceu o principal ponto de acesso à Internet naquela cidade, certamente o livro economizaria muitas páginas.

Entendo que o livro foi escrito para pessoas que não são técnicas. A minha dúvida é se pessoas que não são técnicas um dia se interessarão em ler esse livro.

Esse foi recomendação do amigo Andre Mello. No geral gostei do livro, pois aprendi com mais detalhes a parte física da Internet.

Para os que são curiosos como eu, também recomendo a leitura.

Conheça um pouco mais sobre o autor nesse vídeo: